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terça-feira, 17 de outubro de 2017

10 FILMES LANÇADOS NO FESTIVAL DE CINEMA DO RIO COM TEMÁTICA LGBT


120 Batimentos por Minuto
Vencedor do Queen Palm, prêmio para o melhor filme com temática LGBT do Festival de Cannes, 120 Batimentos por Minuto é um dos favoritos a ser vitorioso por aqui também. O filme de Robin Campillo conta a história do Act Up-Paris, fundação sem fins lucrativos de luta e reconhecimento em relação à Aids, de estrema importância na década de 1990.
Me chame pelo seu nome
Já falamos algumas vezes sobre esse filme aqui no UAAlembra? O filme é baseado no livro homônimo de André Aciman e mostra o verão de um jovem, Timothée, na Riviera italiana, onde seus pais têm uma casa. De repente, um americano lindo – amigo de seu pai – se hospeda na morada. O filme toma corpo quando os dois se apaixonam. Ui!
Aos Teus Olhos
O ator Daniel de Oliveira dará vida a um professor de natação infantil que é acusado de beijar uma das crianças na boca no vestiário. Quando o ato viraliza na internet, Rubens começa a ser julgado por todos a sua volta.
God’s Own Country
Johnny trabalha diariamente na fazendo de sua família, no norte da Inglaterra. A única forma que ele encontrou de escapar da frustração foi bebendo no bar local. Até que um trabalhador romeno e interessante chega para trabalhar na fazenda, junto com ele, mexendo com suas emoções. A direção é do britânico Francis Lee.
Tom of Finland
Esse também já foi pauta por aqui. O filme conta a história do homem por trás dos desenhos homoeróticos de policiais, lenhadores e homens campestres que você com certeza já cruzou por aí. Ele começa a desenhá-los como uma válvula de escape pelo fato de ser gay no período pós Segunda Guerra Mundial, na qual ele serviu o exército.
They
A coprodução entre os Estados Unidos e o Qatar conta a história de J, um(a) pré-adolescente que tem 14 anos e não sabe bem qual gênero gostaria de seguir. Para atrasar a puberdade – e ter mais tempo para pensar –, “They”, como seu autodenomina, começa a tomar inibidores hormonais. Num final de semana, sua irmã e seu amigo iraniano Araz vêm para ajudar na decisão que mudará os rumos de sua vida.
Discreet
O que você faria caso descobrisse que o homem que abusou de você durante a infância – causador de diversos conflitos e angústias que acompanharam o seu amadurecimento – ainda está vivo? É assim que o excêntrico protagonista se sente na trama do diretor americano Travis Mathews.
Marcelo Gomes – Anatomia de um dançarino
Marcelo Gomes é um dos maiores nomes do cenário da dança no mundo. Importado do Rio de Janeiro, onde começou a estudar balé, ele já dançou nos principais palcos do mundo. O filme conta sua trajetória, dos anos de bullying na escola, por dançar, ao presente, com 37 anos, quando ele percebe que seu corpo não responde da mesma forma que fazia no auge dos 20 anos.
Sal
O curta brasileiro é baseado numa história real. Gira em torno do encontro de Márcio, um técnico de informática, e Sérgio, um arquiteto na meia-idade. Quando eles resolvem sair do virtual – onde se conheceram – para se encontrar no apartamento de Sérgio, o jogo recebe algumas pitadas de pimenta.
Alguma Coisa Assim
Há 10 anos juntos, Caio e Mari começam a questionar seus desejos e os trilhos da relação. A trama propõe reflexões sobre sexualidade, rótulos e o tempo como fator determinante num relacionamento.

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Resenha: Tomboy - A identidade de gênero no Cinema


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ASSUNTO
Relações afetivas, familiares e sociais, identidade de gênero, fenomenologia.
SINOPSE
“Tomboy” é a denominação dada para meninas que gostam de agir como meninos. Laure (Zoé Héran) é uma garota de 10 anos, que vive com os pais e a irmã caçula, Jeanne (Malonn Lévana). A família se mudou há pouco tempo e, com isso, não conhece os vizinhos. Um dia Laure resolve ir na rua e conhece Lisa (Jeanne Disson), que a confunde com um menino. Laure, que usa cabelo curto e gosta de vestir roupas masculinas, aceita a confusão e lhe diz que seu nome é Mickaël. A partir de então ela leva uma vida dupla, já que seus pais não sabem de sua falsa identidade. Não demora até que Lisa caia em amores por “Mikael”, mas as férias estão para acabar e Laure não sabe como fará para manter seu segredo.
TRAILER
O OLHAR DA PSICOLOGIA

Não são as respostas, mas as perguntas que movem o mundo, diz uma vinheta da TV Futura. Tomboy segue tal premissa, não há julgamento, definição ou qualquer resposta. O filme é provocador, sensível e ao mesmo tempo natural. A pureza das crianças desafiam nossas mais sérias teorias. A construção da identidade de gênero é o foco da trama, entretanto, de que gênero nós falamos? Algumas críticas ousaram explicitar seu tema como homossexualidade, será? Tenho minhas reservas quanto a qualquer definição, isto me soa como interpretar olhares, silêncios, angústias latentes. O que afinal define sexualidade ou identidade de gênero? É preciso esclarecer. Identidade de gênero se refere ao gênero em que a pessoa se identifica, masculino ou feminino. A identidade sexual difere da identidade de gênero no sentido em que a identidade de gênero está mais correlacionada com a maneira de se vestir e de se apresentar na sociedade, enquanto a identidade sexual correlaciona-se mais diretamente com o papel de gênero sexual. Algumas vezes considera-se que um transexual do biotipo masculino, cuja orientação sexual é somente por homens e que se relacione sexualmente apenas no papel feminino, possa ser considerado heterossexual. Nos casos mais comuns, homens e mulheres identificam-se no biotipo sexual natural, sem manifestar desejos pela transgenereidade. Algumas pessoas sentem que sua identidade de gênero não corresponde com seu sexo biológico, sendo identificadas por pessoas transexuais ou pessoas intersexo em algumas situações. Como a sociedade insiste que os indivíduos devem seguir a maneira de expressão social (papel social de gênero) baseada no sexo estas pessoas sofrem uma pressão social adicional. No filme, não existe possibilidade de falarmos em orientação do desejo sexual, pois não há corpos adultos para definir tal orientação.

A trama nos apresenta crianças que estão em processo de construção de suas identidades, nada está definido. Diálogos verbais e não verbais preenchem a película, convidando o expectador a viver a experiência com as crianças. Não creio ser a homossexualidade o tema do filme. Mesmo porque, diversos autores deixam claro que tal definição só pode ser realizada após a adolescência, quando o corpo adquire maturação suficiente para experimentar e decidir, de acordo com a orientação do desejo. Há autores que apontam que qualquer experiência sexual até a adolescência, mesmo que ocorra com o mesmo sexo, não define a homossexualidade. Pode ocorrer apenas como forma ajudar a escolha sexual. Há estudos que comprovam que a transexualidade é sentir-se inadequado ao corpo em que vive. Ainda que o filme possa sugerir tal caminho, prefiro me unir ao comportamento de sua irmã caçula e deixar acontecer. Se este lugar de menino faz Laure feliz, por que não? A mãe não se importa com a forma de dela ser, mas precisa esclarecer seu lugar no mundo, sem fantasias. A mãe não quer dar lição de moral na filha, apenas oferece a oportunidade dela enfrentar o mundo sem fugir da realidade. É visível o desconforto da menina dentro daquele vestido. Diante da impossibilidade de permanecer na mentira, ela deixa de ser Mikael, mas não abandona sua forma de vestir ao se apresentar como Laure. É com seu jeito moleque de ser que encara a realidade, retomando o contato com a menina que tanto a tinha encantado. É um filme delicado e provocante. Mostrando-se natural e sensível, a trama nos convida a participar de cada cena, tornamo-nos parte do fenômeno. Não há como julgar, somos convidados a vivenciar junto aos personagens as suas experiências. O encontro de nosso mundo pessoal com a proposta da trama irá direcionar nossas reflexões. Será mesmo necessário definir, rotular ou nomear algo? Acredito que o segredo do filme é exatamente o contrário, não há definição ou teoria que possa dar conta de tamanha experiência. Se for possível suspender nossos conceitos e concepções de mundo, a trama poderá nos envolver e nós poderemos absorver algo novo ao nosso repertório de vida. Como disse Gonzaguinha “Eu fico com a pureza das respostas das criançasÉ a vida, é bonita e é bonita. Viver e não tenha a vergonha de ser feliz”. Imperdível, recomendo.
Será que nascemos com a definição sexual definida ou escolhemos no decorrer da vida? A jovem cineasta francesa Céline Sciamma, abre essa discussão com o corajoso e delicado filme Tomboy. 
Em tempos em que a homofobia é tema de debates em diversas esferas, o filme Tomboy ganha importância ao mostrar como nascem o preconceito e a intolerância. E o faz sem a necessidade de levantar bandeiras ou aplicar um discurso panfletário.
Na proposta da diretora, Jeanne é o olhar puro e livre de preconceitos das crianças, antes de ser contaminado por quaisquer padrões ou regras de comportamento ditas normais. Para ela, o que importa é a pessoa com quem ela vive e brinca, e não a maneira como esta escolhe viver. 
Adaptar e ser. E o abismo entre os dois verbos. Tomboy em sua superfície pode ser um conto sobre a estranheza de ir contra sua natureza, porém, a diretora Céline Sciamma profetiza os demônios da vida adulta para Laure (a incrível estreante Zoé Héran) presa a inocência da infância e que se opõe a submissão dos padrões. Para ela, a existência está na pele Mikael, um menino que acabara de se mudar e que arrumou novos amigos.
São pequenas tensões, que atravessam toda a narrativa, nos levando a refletir sobre a  complexidade do processo de construção da identidade, que vai muito além da sexualidade e está ancorada na percepção de si mesmo e dos outros, entre outras coisas. Interessante notar que o drama gira em torno das crianças, com os adultos representando papéis quase secundários, ainda que no final sejam eles que engendrem uma “solução” para o problema.

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Tomboy é uma palavra inglesa usada para designar uma menina que tem comportamento masculinizado. E é assim que se apresenta a protagonista do drama com esse título, escrito e dirigido por Céline Sciamma, que discute a construção da identidade a partir dessa troca de papéis.


Tempo de descobertas


A pré-adolescente Laure (Zoé Héran) se muda com sua família para um condomínio na periferia de Paris. Ainda pouco ambientada, a menina precisa fazer novos amigos, e a primeira criança que conhece é Lisa (Jeanne Disson), uma menina de sua idade que lhe pergunta seu nome. Laure responde sem hesitar: Michaël. A surpreendente resposta faz com que a partir desse momento Laure passe a se mostrar e ser vista como menino.

Inicialmente tímida, Laure vai pouco a pouco estabelecendo relações com a meninada da vizinhança. Magra e com cabelos curtos, se insere no grupo de crianças sem despertar suspeitas, até ter seu segredo casualmente descoberto por sua irmã menor Jaqueline (a encantadoraMalonn Lévana), de apenas 5 anos, prenunciando os conflitos que irão acontecer.


Despertar é difícil



roteiro de Sciamma é simples, direto e despretensioso. Não tenta teorizar a respeito da questão e ainda tem a virtude de colocar o espectador sempre numa posição privilegiada; ora fora da trama, como um observador, ora na pele da própria menina, podendo assim descobrir juntamente com ela o que é ser menino. E detalhes como tirar ou não a camisa num jogo de futebol, que os moleques fazem instintivamente, se torna uma coisa complicada para Laure. O que dizer então de tomar banho numa lagoa ou despertar interesse romântico no “sexo oposto”? Como frequentar a escola?

São pequenas tensões, que atravessam toda a narrativa, nos levando a refletir sobre a  complexidade do processo de construção da identidade, que vai muito além da sexualidade e está ancorada na percepção de si mesmo e dos outros, entre outras coisas. Interessante notar que o drama gira em torno das crianças, com os adultos representando papéis quase secundários, ainda que no final sejam eles que engendrem uma “solução” para o problema.

O elenco infantil formado por crianças de cinco a doze, treze anos dá conta do recado de maneira exemplar em sua espontaneidade. E é o “ator” mais jovem de todos, o irmãozinho recém-nascido de Laure, que traz uma pista para se começar a entender o drama, quando sua mãe diz: “Despertar, às vezes, é difícil.”

Por: Gilson Carvalho
Nota: 8

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Ficha técnica

terça-feira, 10 de outubro de 2017

ÓTIMOS FILMES LGBT PARA ASSISTIR NO FERIADO E ABRIR A MENTE

  (Foto: Distribuição/Magnolia Pictures)
Nem só de Moonlight e Azul é a Cor Mais Quente vive a indústria de filmes LGBT. Nesta lista que a GALILEU preparou, você encontra filmes e documentários que mostram a realidade de gays, lésbicas, bissexuais e pessoas trans de forma delicada e real:
Tangerine
Este filme totalmente filmado pelas câmeras de três iPhones 5s consegiu chegar ao Festival de Sundance, um dos mais importantes do cinema independente. A obra acompanha a busca da transsexual Sin-Dee pelo ex-namorado e antigo cafetão. Após sair da prisão, ela descobre que ele anda traindo-a com uma "mulher de verdade" e resolve tirar satisfações acompanhada de sua melhor-amiga, também trans, Alexandra. 
Strike a Pose
Neste documentário, acompanhamos os depoimentos de vários dançarinos que integraram a turnê Blond Ambition Tour, da cantora pop Madonna, na década de 1990. Escutando suas histórias aprendemos um pouco mais sobre como era ser gay na época e também como a própria rainha do pop influenciou nas discussões dos direitos LGBT. Disponível na Netflix.
  (Foto: Distribuição/Pyramide Distribution)
Tomboy
Laure, uma menina de dez anos, muda-se para um novo bairro e começa a apresentar-se para as crianças da área como Mickael. A partir de então, começa a travar um relacionamento confuso com uma de suas vizinhas, ao mesmo tempo que tenta esconder dos pais sua vida dupla. 
Who's Gonna Love Me Now
O documentário conta a história de Saar, um judeu que precisou deixar sua casa e família para trás devido a sua orientação sexual. Após sair de Israel, ele permaneceu em Londres, na Inglaterra, por 18 anos, onde teve a liberdade necessária para viver sua vida naturalmente. O rapaz, porém, recebe o diagnóstico de soropositivo, o que o leva a tentar reencontrar a família mais uma vez. 
Bridegroom
A história de Shane Crone é relatada neste documentário feito graças a um financiamento coletivo realizado pela diretora Linda Bloodworth Thomason. Crone perdeu o marido Tom Bridegroom quando ele caiu do telhado da casa onde ambos moravam juntos. Mas, como não eram casados oficialmente, o viúvo foi impedido de comparecer ao funeral de Tom e de guardar qualquer recordação dele. Disponível na Netflix.
  (Foto: Distribuição/Pearl Of Africa)
The Pearl of Africa
Cléopatra Kumbugu é uma mulher trans que precisou fugir de seu país de origem, Uganda, após ter sido "denunciada" por um tablóide local. O país é um dos mais homofóbicos e transfóbicos do mundo todo e, por isso, ela precissou esconder-se de diversas formas para garantir a própria liberdade. Hoje, ela luta pelos seus direitos enquanto vive no Quênia e conta sua história neste documentário. 
Game Face
Acompanhe os desafios enfrentados pela lutadora de MMA Fallon Fox, uma mulher trans, e pelo jogador gay de basquete Terrence Clemens enquanto eles tentam superar os preconceitos encontrados no cenário esportivo profissional. Disponível na Netflix.
Flores Raras
O filme brasileiro de 2013 conta a história real da poetisa Elizabeth Bishop que, desmotivada, viaja ao Brasil em busca de inspiração. Chegando a Petrópolis, no Rio de Janeiro, conhece a arquiteta brasileira Lota de Macedo Soares, interpretada por Glória Pires. As duas não se dão bem no início, mas logo engatam em um romance que marcará suas vidas.
  (Foto: Distribuição/20th Century Fox)
Paris is Burning
Acompanhe a comunidade de drag queens dos anos 1980 no bairro nova-iorquino do Harlem, neste documentário que foi lançado em 1990 e aclamado até hoje. Aqui, o foco são as competições em que as queens precisam desfilar para uma bancada de jurados, que irão julgar quesitos como vestimenta, pose e personalidade. Muito além de um excelente retrato da subcultura da época, Paris is Burning consegue abordar questões raciais, sexuais e sociais em um único filme – além de ter servido de referência para os famosos bordões da mãe de todas as drag queens: RuPaul. Disponível na Netflix.
Oriented
Neste documentário de 2016, acompanhamos a vida de três homens gays em Tel-Aviv, em Israel. Khader Abu Seif, Fadi Daeem e Naeem Jiryeshe eram três amigos que, decididos a lutar contra a homofobia da sociedade árabe, lançaram uma produtora independente e um vídeoclip sobre as dificuldades de ser homossexual em meio a uma cultura que valoriza casamentos arranjados. Mais tarde, o cinegrafista britânico Jake Witzenfeld resolveu conversar com eles e, assim, nasceu a ideia de Oriented.
Retratando as relações familiares, discussões políticas e saídas dos três pela vida noturna da movimentada capital israelense, é possível captar não só suas dificuldades únicas — como o duplo preconceito dirigido a homens judeus e árabes que se relacionam sexualmente — como também a amizade entre três contrastantes personalidades. Disponível na Netflix.
Bound - Ligadas pelo desejo
No primeiro filme dirigido pelas irmãs Wachowski antes do sucesso de Matrix, acompanhamos o caso de amor entre duas mulheres. Uma é a esposa de um perigoso chefe da máfia, a outra uma ex-presidiária. As duas buscam uma forma de ficarem livres para ficarem juntas, mas o plano que bolam acaba levando-as para caminhos sombrio

23 filmes e séries LGBT para assistir no Netflix brasileiro

Dignos de uma maratona pro feriadão.
publicado 

1. "Deixe a Luz Acesa"

O filme traz o cotidiano de um documentarista dinamarquês que se apaixona por um advogado americano em Nova York em 1998. Premiado, o longa é um retrato bastante complexo e delicado de uma relação homoafetiva, apresentando em profundidade todas as nuances dos personagens. Assista aqui.
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O filme traz o cotidiano de um documentarista dinamarquês que se apaixona por um advogado americano em Nova York em 1998. Premiado, o longa é um retrato bastante complexo e delicado de uma relação homoafetiva, apresentando em profundidade todas as nuances dos personagens. Assista aqui.

2. "Tomboy"

Quando a pequena Laure se muda para uma nova cidade com a família é confundida com um garoto por Lisa, e resolve então viver com sua real identidade de gênero. Delicado e emocionante, vale separar um lencinho para chegar até o final do filme. Assista aqui.
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Quando a pequena Laure se muda para uma nova cidade com a família é confundida com um garoto por Lisa, e resolve então viver com sua real identidade de gênero. Delicado e emocionante, vale separar um lencinho para chegar até o final do filme. Assista aqui.

3. "Tudo Sobre Minha Mãe"

Um clássico dirigido por Pedro Almodóvar, "Tudo Sobre Minha Mãe" é, talvez, um dos melhores longas do espanhol. Traz a história de uma mãe lidando com o luto do filho, enquanto atravessa a Espanha para dar a notícia ao pai do jovem, cruzando com personagens complexos e distintos como uma freira, uma travesti e uma grande atriz. Assista aqui.
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Um clássico dirigido por Pedro Almodóvar, "Tudo Sobre Minha Mãe" é, talvez, um dos melhores longas do espanhol. Traz a história de uma mãe lidando com o luto do filho, enquanto atravessa a Espanha para dar a notícia ao pai do jovem, cruzando com personagens complexos e distintos como uma freira, uma travesti e uma grande atriz. Assista aqui.

4. "O Jogo da Imitação"

Uma versão bastante romanceada da vida do matemático homossexual Alan Turing, que durante a Segunda Guerra Mundial foi responsável por quebrar os códigos usados pelo exército alemão. O ponto alto com certeza é a interpretação do charmoso Benedict Cumberbatch. Assista aqui.
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Uma versão bastante romanceada da vida do matemático homossexual Alan Turing, que durante a Segunda Guerra Mundial foi responsável por quebrar os códigos usados pelo exército alemão. O ponto alto com certeza é a interpretação do charmoso Benedict Cumberbatch. Assista aqui.

5. "Azul é a Cor Mais Quente"

O filme francês divide opiniões. Longo e realista, acompanha o despertar da sexualidade da jovem Adèle, que se apaixona pela intensa Emma, a jovem de cabelos azuis que mexeu com o coração de todas as meninas. A produção aposta em cenas quentes e dramáticas para segurar o espectador entre os longos planos sequência. Assista aqui.que .
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O filme francês divide opiniões. Longo e realista, acompanha o despertar da sexualidade da jovem Adèle, que se apaixona pela intensa Emma, a jovem de cabelos azuis que mexeu com o coração de todas as meninas. A produção aposta em cenas quentes e dramáticas para segurar o espectador entre os longos planos sequência. Assista aqui.
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6. "Imagine Eu & Você"

O filme é quase um cult LGBT. Protagonizado por Lena Headey, a Cersei de "Game Of Thrones", e Piper Perabo, conta a história de uma jovem que se apaixona pela florista de seu casamento com um homem. Assista aqui.
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O filme é quase um cult LGBT. Protagonizado por Lena Headey, a Cersei de "Game Of Thrones", e Piper Perabo, conta a história de uma jovem que se apaixona pela florista de seu casamento com um homem. Assista aqui.

7. "Eu Matei Minha Mãe".

Primeiro longa do canadense Xavier Dolan como diretor, conta a história de um jovem de 17 anos que tem que lidar com o ódio de sua mãe e todas as descobertas da idade, que vão da busca pela arte até sua sexualidade. Assista aqui.
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Primeiro longa do canadense Xavier Dolan como diretor, conta a história de um jovem de 17 anos que tem que lidar com o ódio de sua mãe e todas as descobertas da idade, que vão da busca pela arte até sua sexualidade. Assista aqui.

8. "Amores Imaginários"

Para quem curtir o trabalho de Dolan, vale assistir "Amores Imaginários", que traz a história de um casal de amigos, Francis e Marie, que se apaixonam por Nicolas, um jovem recém-chegado a Montreal. Assista aqui.
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Para quem curtir o trabalho de Dolan, vale assistir "Amores Imaginários", que traz a história de um casal de amigos, Francis e Marie, que se apaixonam por Nicolas, um jovem recém-chegado a Montreal. Assista aqui.

9. "Bridegroom"

O documentário conta a história de Shane Crone, que perdeu seu marido Tom Bridegroom após o jovem cair do telhado da casa em que moravam juntos. Porém, como não eram casados oficialmente, por conta da lei que proibia a união homoafetiva nos EUA, Shane foi impedido pela família de Tom de ir ao enterro do marido e também de guardar recordações. Depois de contar sua história em um vídeo no YouTube, a diretora Linda Bloodworth Thomason conseguiu o financiamento coletivo com a participação de 65.000 pessoas e gravou o emocionante documentário. Assista aqui.
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O documentário conta a história de Shane Crone, que perdeu seu marido Tom Bridegroom após o jovem cair do telhado da casa em que moravam juntos. Porém, como não eram casados oficialmente, por conta da lei que proibia a união homoafetiva nos EUA, Shane foi impedido pela família de Tom de ir ao enterro do marido e também de guardar recordações. Depois de contar sua história em um vídeo no YouTube, a diretora Linda Bloodworth Thomason conseguiu o financiamento coletivo com a participação de 65.000 pessoas e gravou o emocionante documentário. Assista aqui.

10. "Eating Out"

Todo mundo sabe que os americanos adoram um filme adolescente. E que curtem muito sequências também! Agora, novidade pra maioria das pessoas é que existe todo um filão dessa combinação voltada para o público gay. Meio pastelão e super sexy, os longas "Eating Out" são daqueles pra sentar e ver sem pretensão nenhuma. Você pode assistir os quatro filmes aqui, aqui, aqui e aqui.
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Todo mundo sabe que os americanos adoram um filme adolescente. E que curtem muito sequências também! Agora, novidade pra maioria das pessoas é que existe todo um filão dessa combinação voltada para o público gay. Meio pastelão e super sexy, os longas "Eating Out" são daqueles pra sentar e ver sem pretensão nenhuma. Você pode assistir os quatro filmes aquiaquiaqui e aqui.

11. "As Vantagens de Ser Invisível"

Ultra sensível, o filme conta a história de um adolescente depressivo desbravando o colegial e descobrindo amores e amizades. A temática gay surge na trama de um dos personagens coadjuvantes, interpretado pelo muso Ezra Miller. Assista aqui.
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Ultra sensível, o filme conta a história de um adolescente depressivo desbravando o colegial e descobrindo amores e amizades. A temática gay surge na trama de um dos personagens coadjuvantes, interpretado pelo muso Ezra Miller. Assista aqui.

12. "Cidade dos Sonhos"

Dirigido pelo cultuado David Lynch, Cidade dos Sonhos foi o longa que catapultou a carreira de Naomi Watts. Completamente nonsense, acompanha a trajetória de diversos personagens que se envolvem em um acidente de carro na estrada que dá o nome original do filme (Mulholland Drive). Assista aqui.
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Dirigido pelo cultuado David Lynch, Cidade dos Sonhos foi o longa que catapultou a carreira de Naomi Watts. Completamente nonsense, acompanha a trajetória de diversos personagens que se envolvem em um acidente de carro na estrada que dá o nome original do filme (Mulholland Drive). Assista aqui.

13. "Contracorrente"

O longa colombiano conta a história de Miguel, um pescador casado com uma mulher que espera seu primeiro filho. Porém, nada é tão simples tendo em vista que ele vive um romance com o artista Santiago. Leve e bonito, é uma reflexão sobre amor e orientação sexual. Assista aqui.
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O longa colombiano conta a história de Miguel, um pescador casado com uma mulher que espera seu primeiro filho. Porém, nada é tão simples tendo em vista que ele vive um romance com o artista Santiago. Leve e bonito, é uma reflexão sobre amor e orientação sexual. Assista aqui.

14. "Grey's Anatomy"

Uma das séries mais populares dos EUA, Gray's Anatomy já está em sua 12ª temporada. Nesse tempo vários casais LGBT surgiram, tanto entre os pacientes do hospital, quanto entre os próprios médicos protagonistas. Sempre tratando do tema com naturalidade, é uma das poucas séries que traz uma personagem bissexual como protagonista. Assista a 11 das 12 temporadas aqui.
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Uma das séries mais populares dos EUA, Gray's Anatomy já está em sua 12ª temporada. Nesse tempo vários casais LGBT surgiram, tanto entre os pacientes do hospital, quanto entre os próprios médicos protagonistas. Sempre tratando do tema com naturalidade, é uma das poucas séries que traz uma personagem bissexual como protagonista. Assista a 11 das 12 temporadas aqui.

15. "How to Get Away With a Murderer"

Da mesma criadora de Grey's Anatomy, a trama traz um grupo de estudantes de Direito que se veem em meio a um crime. Um deles é Connor, um jovem gay bem resolvido e de caráter duvidoso. Assista a primeira temporada aqui.
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Da mesma criadora de Grey's Anatomy, a trama traz um grupo de estudantes de Direito que se veem em meio a um crime. Um deles é Connor, um jovem gay bem resolvido e de caráter duvidoso. Assista a primeira temporada aqui.

16. "Sense8"

A série divide opiniões, mas quem curte, curte mesmo. Dos diretores do já clássico "Matrix", acompanha a vida de oito pessoas que, de repente, passam a se conectar mentalmente. Uma das personagens é Naomi, uma hacker transexual, interpretada pela atriz Jamie Clayton, que também é trans. Assista a primeira temporada aqui.
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A série divide opiniões, mas quem curte, curte mesmo. Dos diretores do já clássico "Matrix", acompanha a vida de oito pessoas que, de repente, passam a se conectar mentalmente. Uma das personagens é Naomi, uma hacker transexual, interpretada pela atriz Jamie Clayton, que também é trans. Assista a primeira temporada aqui.

17. "Modern Family"

Uma das comédias de maior sucesso da televisão americana traz, como o nome já diz, uma família moderna. De longe, a trama mais divertida é do casal Cameron e Mitchell, que vivem neuróticos com a filha recém adotada. Assista aqui.
Peter "hopper" Stone / ABC
Uma das comédias de maior sucesso da televisão americana traz, como o nome já diz, uma família moderna. De longe, a trama mais divertida é do casal Cameron e Mitchell, que vivem neuróticos com a filha recém adotada. Assista aqui.

18. "Orphan Black"

Uma das séries de ficção mais comentadas dos últimos tempos, Orphan Black é sobre clones. Sim, isso mesmo que você leu. O mais legal de tudo? Uma delas é a fofa cientista Cosima, que vive um caso de amor com Delphine. Assista aqui.
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Uma das séries de ficção mais comentadas dos últimos tempos, Orphan Black é sobre clones. Sim, isso mesmo que você leu. O mais legal de tudo? Uma delas é a fofa cientista Cosima, que vive um caso de amor com Delphine. Assista aqui.

19. "Grace and Frankie"

Uma produção original do Netflix, a série acompanha a vida das personagens títulos, interpretadas pelas maravilhosas Jane Fonda e Lily Tomlin, que no auge dos seus 70 anos são abandonadas pelos respectivos maridos, que assumem ser gay. Assista aqui.
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Uma produção original do Netflix, a série acompanha a vida das personagens títulos, interpretadas pelas maravilhosas Jane Fonda e Lily Tomlin, que no auge dos seus 70 anos são abandonadas pelos respectivos maridos, que assumem ser gay. Assista aqui.

20. "Pretty Little Liars"

A série de suspense adolescente é viciante. O colorido fica por conta da Emily, uma jovem atleta lésbica que tem que lidar com sua família bastante tradicional. Assista aqui.
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A série de suspense adolescente é viciante. O colorido fica por conta da Emily, uma jovem atleta lésbica que tem que lidar com sua família bastante tradicional. Assista aqui.

21. "Orange Is The New Black"

A série mostra o cotidiano de uma penitenciária feminina de segurança mínima. Além da protagonista bissexual, a trama traz diversas personagens lésbicas e até uma transexual, interpretada pela ativista Laverne Cox. Cada episódio foca na história de uma das detentas que costuram a trama. Assista aqui.
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A série mostra o cotidiano de uma penitenciária feminina de segurança mínima. Além da protagonista bissexual, a trama traz diversas personagens lésbicas e até uma transexual, interpretada pela ativista Laverne Cox. Cada episódio foca na história de uma das detentas que costuram a trama. Assista aqui.

22. "Unbreakable Kimmy Schmidt"

Produzida por Tina Fey, a série mostra uma jovem que ficou presa em um abrigo nuclear por uma década por acreditar que o mundo tinha acabado. Saindo, decide se mudar para Nova York, onde divide apartamento com o divertido ator gay Titus. Assista aqui.
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Produzida por Tina Fey, a série mostra uma jovem que ficou presa em um abrigo nuclear por uma década por acreditar que o mundo tinha acabado. Saindo, decide se mudar para Nova York, onde divide apartamento com o divertido ator gay Titus. Assista aqui.

23. "RuPaul's Drag Race"

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Ru Paul é com certeza a maior drag queen dos Estados Unidos. E é ela que comanda a divertida competição de drag. Leve, simpática e muito engraçada, a série conquista todo mundo, até os caras héteros. Assista as cinco primeiras temporadas aqui.

Filmes LGBT com finais felizes

Pra começar essa semana gloriosa, nada melhor do que uma representatividadezinha. Nesse embalo, selecionei uma lista de filmes  LGBT e, o mais importante, COM FINAL FELIZ, pra deixar o coração aquecido.

O lance aqui vai ser filme de romance, pra ter beijo na boca, brigas de casal e todas essas relações “comuns” por todos os lados, só que com a temática LGBT .

Eu sei, eu sou lésbica e sinto falta de filme romântico com temática LGBT com finais felizes. Mesmo importante pra mostrar a nossa realidade, é tanto sofrimento… De sofrida já basta a vida, não é mesmo?

Infelizmente, a indústria investe pouco em filmes com personagens protagonistas LGBTs. Quando rola, é comum ser um filme B meio esquisito. Ou, até rola alguma produção foda que passa pelos filtros, mas, raros casos…

Selecionei aqui os mais recentes que eu acho mais legais. Se faltar algum título legalzão, vocês comentem aí me indicando. Vou tentar não dar spoiler, mas… Sabe como é que é.
Vou classificar o nível de final feliz assim:

Final feliz, é, deu certo = *
Final feliz legal = **
Finalzão feliz da porra = ***


Assim, vocês podem selecionar qual ver primeiro. Arrasem, divirtam-se, e assistam filmes LGBTs sempre!

delicada atração real

Delicada Atração

Sinopse: Em um subúrbio do sudoeste de Londres, Jamie Gangel, um garoto pouco popular, é vizinho de Ste Pearce, um rapaz popular e atlético, que frequentemente apanha do pai e do irmão. Sensibilizada pelos rumores sobre a violência sofrida por Ste, a mãe de Jamie, Sandra, acolhe o garoto em sua casa, e o rapaz passa a dividir o quarto com seu filho. Assim, eles passam a desenvolver sentimentos um pelo outro, o que pode complicar ainda mais a relação de Ste com sua família.

Tratar da homossexualidade no cinema é uma tarefa relativamente espinhosa. Se por um lado é tentador, é facílimo também descambar para o estereótipo. O filme faz com que seja IMPOSSÍVEL não se apaixonar pelos personagens principais. São jovens e tocam em assuntos delicados, como o descobrimento do amor e da sexualidade.

O destaque vai para a cena final. A forma com que os personagens interagem é interessante e o roteiro fala de antigos mitos sociais, como o de associar a desestruturação familiar à homossexualidade, absurdo que ainda é acreditado por muita gente.

Finalzão feliz da porra = ***
i think

I Can’t Think Straight


Sinopse: Tala é jordaniana, mora em Londres e se prepara para seu casamento, quando conhece Leyla, uma jovem indiana que também mora em Londres e é namorada do melhor amigo de Tala. Elas não poderiam ter mais diferenças entre si, mas, ainda assim, a atração é imediata. Tala faz com que Leyla se descubra e logo as duas revelam os sentimentos uma pela outra.

Cara, a química entre as duas atrizes é perfeita. O filme é delicado, com diálogos recheados de conceitos culturais culturais e humor. Elas tratam de ficar juntas o maior tempo possível. Leyla é romântica, delicada e lida com o sentimento de amor por Tala da melhor forma que consegue.

O filme arrasa na capacidade das duas em lidar com a situação e como vão decidindo e contando às pessoas sobre serem lésbicas.
Recomendo muito para quem procura romances bonitos e maduros, cheios de sensibilidade e sensualidade.

Final feliz legal = **

imagine

Imagine Eu e Você

Sinopse: No dia de seu casamento com Heck, Rachel começa uma amizade com a florista Luce. A noiva planeja apresentá-la a Cooper, amigo do marido, mas Luce revela ser lésbica. As duas passam cada vez mais tempo juntas e Rachel logo começa a questionar seus sentimentos e estado civil.
O filme é um clássico lésbico. Quando assisti pela primeira vez nem acreditei, super me envolvi e achei o máximo. Um amor muito forte e intenso, algo que tem tudo a ver com as relações lésbicas. A mina larga tudo e ó… Tem que assistir.

Ponto alto pro início da relação delas, cheio de encantamento. Uma delícia!

Finalzão feliz da porra = ***
debs

D.E.B.S

Sinopse: A chefe criminosa Lucy Diamond está novamente na ativa e as D.E.B.S. – uma equipe de elite de super espiãs – estão à sua procura. Mas, quando sua melhor agente, Amy Bradshaw, desaparece misteriosamente depois de ficar frente a frente com a vilã, elas começam uma procura incansável e nem suspeitam que Amy talvez não queira ser resgatada.
Esse longa é uma espécie de “As Panteras” pobrão apelativo. É um filme alternativo, com várias lesbicas na produção. Estreou no festival de Sundance e fez um sucesso considerável.

Triste é a hipersexualização. As personagens lésbicas sempre passam por isso, porque vende e essa sociedade machista é bizarra. Mas é tão difícil fazerem filmes lésbicos mais “leves”, que eu pus na lista. Essa narrativa é uma paródia, tudo bem ridículo e impensado.
 Finalzão feliz da porra = ***

carol

Carol

Sinopse: A jovem Therese Belivet tem um emprego entediante na seção de brinquedos de uma loja de departamentos. Um dia, ela conhece a elegante Carol Aird, uma cliente que busca um presente de Natal para a sua filha. Carol, está se divorciando e também não está contente com a sua vida. As duas se aproximam cada vez mais e, quando o ex-marido a impede de passar o Natal com a filha, Carol convida Therese a fazer uma viagem pelos EUA.
Nó, esse é um dos filmes fodas que acabam passando, te falar. Sutil, se preocupa em mostrar a relação entre as duas, não necessariamente uma história, mas sim a forma como ela se desenvolve.
Um salve para a cena em que a personagem Carol peita todo mundo e diz que é lésbica, que pega mina mesmo e que não vai ficar mentindo. Isso na frente do ex-marido recalcado e do advogado.
O filme traz uma história de amor poderosa, tanto pelo sentimento, quanto pela concepção dessa relação, levando em conta os tempos difíceis em que se passava. Lindo!

Final feliz, é, deu certo = *

jenny

Casamento de verdade


Sinopse: Jenny é uma mulher adulta que sofre grande pressão da família para encontrar um marido e se casar. Os pais ainda não sabem que Jenny é lésbica e namora Kitty, que todos acreditam ser apenas uma colega. Quando revela sua orientação sexual, a família entra em crise, mas, com a aprovação dos pais ou não, Jenny pretende se casar.
Então, não curto muito o filme, sendo bem sincerinha! Mas, ele entrou na lista porque tem uns embates e conversas interessantes (além de ter a Izzy, de Greys Anatomy, e a Rory Gilmore)! Elas têm uma química terrível, mas o filme não é só sobre elas, é principalmente sobre a visão conservadora de família, que tenta extinguir as famílias formadas por LGBTs com unhas e dentes.
A narrativa discute incessantemente a legitimidade do amor de Jenny, mas confere pouco tempo para a própria se expressar. A irmã, hétero, casa com um bobalhão e passa altos perrengues.

Mesmo com todos os problemas, é um filme com personagens LGBTs se relacionando, casando e tendo filhos! Isso a galera que ver vai ter que engolir.
Finalzão feliz da porra = ***
hoje não quero

Hoje Eu Quero Voltar Sozinho


Sinopse: Leonardo é um adolescente cego que, como qualquer adolescente, está em busca de seu lugar. Desejando ser mais independente, precisa lidar com suas limitações e a superproteção de sua mãe. Para decepção de sua inseparável melhor amiga, Giovana, ele planeja libertar-se de seu cotidiano fazendo uma viagem de intercâmbio. Porém, a chegada de Gabriel, um novo aluno na escola, desperta sentimentos até então desconhecidos em Leonardo, fazendo-o redescobrir sua maneira de ver o mundo.

Esse filme é nacional e derivado de um curta-metragem que leva o mesmo nome. Toca em tabus como a homosexualidade e o próprio desenvolvimento da sexualidade por um adolescente que é deficiente visual. Bem delicado, né?
A coisa toda é bem romantizada, bem leve e natural. É tudo muito doce, pudico e comedido. Como se passa em um ambiente de classe média alta, o desenvolvimento dos personagens se dá sem muitos conflitos. É generoso e muito gostoso de assistir.

Um bom filme, tranquilo, de romance, sem cair nos estereótipos comuns do gênero.

Final feliz legal = **
delicada atração

De repente, Califórnia

Sinopse: O jovem Zach trabalha em uma lanchonete, sem perspectivas, e ajuda a irmã a cuidar de seu filho. Quando o escritor Shaun, o irmão mais velho do amigo de Zach, retorna para uma temporada em busca da cura de um bloqueio criativo, logo se interessa pelos talentos artísticos de Zach. A amizade casual motivada pelo surf se transforma em uma verdadeira e íntima relação.
O filme é um melodrama gay, um monte de confusão com uma galera pesada! Uma irmã maluca, um cunhado safado, um sobrinho, um amigo, uma ex-namorada… e, no meio disso tudo, um casal bem bacana, que passa por poucas e boas pra ficar junto.

É por isso que eu fiz essa lista, pra que a gente se veja em histórias que estamos CANSADOS de ouvir. Assistam, é bem bacana.

Finalzão feliz da porra = ***
minhas mães

Minhas Mães e Meu Pai

Sinopse: Os dois irmãos adolescentes, Joni e Laser, são filhos do casal Jules e Nic, concebidos através de inseminação artificial por um doador anônimo. Contudo, ao completar a maioridade, Joni encoraja o irmão a embarcar com ela numa aventura para encontrar o pai biológico sem que as mães saibam. Quando Paul aparece, tudo muda, já que logo ele passa a fazer parte do cotidiano da família.

É uma grande produção sobre família, sobre as concessões que fazemos por quem amamos, sobre como nos envolvemos, como lidamos com os problemas. Tudo isso somado a um casal lésbico que arrasa.

Uma família tão comum e tranquila que assustaria muitos preconceituosos por aí. Queria chamar atenção para a personagem de Julianne Moore, AMEI CADA SEGUNDO a ligação dela com o doador de sêmen. Morri!

Vejam agora, TEM NA NETFLIX.

Final feliz legal = **
criada

A criada

Sinopse: Coreia do Sul, anos 1930. Durante a ocupação japonesa, a jovem Sookee é contratada para trabalhar para uma herdeira nipônica, Hideko, que leva uma vida isolada ao lado do tio autoritário. Só que Sookee guarda um segredo: ela e um vigarista planejam desposar a herdeira, roubar sua fortuna e trancafiá-la em um sanatório. Tudo corre bem com o plano, até que Sookee aos poucos começa a compreender as motivações de Hideko.

É um filme deslumbrante, mantém os personagens sempre muito à frente do espectador. Um show de revelações!

A temática lésbica fica meio escondida dentro de uma loucura de ações que se desenrolam. É um filme bem cult e “erótico”, que utiliza as cenas de sexo para tirar a atenção dos espectadores. Se prepare para esse filme.
O final é FODAAA, não muito feliz porque nem dá, mas é delicioso!

Final feliz, é, deu certo = * 
É isso, gente filmes LGBT com finais felizes. Quem gostou, um beijo, quem não gostou, caixão e vela preta HAHAHA brinks, comenta aí que a gente se resolve.
Até a próxima!