Mostrando postagens com marcador MARVEL DC. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador MARVEL DC. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

DC SEM CRISE :: LIGA DA JUSTIÇA ABRE CAMINHO PARA O UNIVERSO CINEMATOGRÁFICO DC

O roteiro de Whedon e Chris Terrio (com algumas pitadas de Snyder) vai direto ao ponto mostrando onde estão seus principais guerreiros: o longa já abre com Batman/Bruce Wayne (Ben Affleck) atrás de um ser alienígena voador que o herói pressente ser apenas um entre vários que estão na Terra para algo muito maior. Mulher-Maravilha/Diana Prince (Gal Gadot) se mostra mais uma vez ao mundo ao deter uma ação terrorista em Londres. Superman/Clark Kent (Henry Cavill) permanece morto, e sua perda continua sentida não apenas por sua mãe, Martha (Diane Lane) e a namorada, Lois Lane (Amy Adams), como também pelo mundo, que parece ainda mais sombrio após sua morte. É o momento perfeito para o Lobo da Estepe (voz de Ciarán Hinds) entrar em cena e roubar as três Caixas Maternas que estão em poder das amazonas, dos atlantes e dos humanos e, assim, completar seu plano de aniquilar a Terra e sair de um exílio imposto por Darkseid. Com a ameaça à espreita, Bruce e Diana vão atrás de recrutas para uma equipe que deve deter o vilão.
Os candidatos são aqueles que já vimos de relance em Batman vs. Superman: os jovens Barry Allen (Ezra Miller), como o velocista Flash, e Victor Stone (Ray Fisher), o Ciborgue, além de Arthur Curry (Jason Momoa), o híbrido humano/atlante Aquaman. Enquanto o primeiro aceita o pedido sem pestanejar, o segundo se mostra mais reticente pela falta de controle de seus poderes, ao contrário do aquático, que prefere viver em isolamento. É claro que em determinado momento todos estarão juntos, mas ainda que a história seja ágil para não enrolar o telespectador, ela apresenta bons motivos para as razões de uns e outros serem tão distintas quando o assunto é salvar o mundo como uma equipe. Inclusive há espaço para os dois líderes, Bruce e Diana, entrarem em conflito por dilemas éticos, com direito a alfinetadas e acusações nem um pouco educadas.
Ainda que os créditos sejam dedicados a Zack Snyder, responsável pelas duas aventuras anteriores estreladas pelo Homem de Aço, inclusive com a fotografia acinzentada e algumas pirotecnias, o tom leve é a marca de Whedon. Oficialmente, se diz que Snyder teve que se afastar após problemas pessoais (realmente, houve uma grande tragédia na sua família), mas é perceptível que, após o sucesso de Mulher-Maravilha (2017), a Warner viu que o público se interessa mesmo pela diversão mais escapista, ainda que emblemática. Não à toa é tudo retratado de uma forma mais simples, como Whedon gosta de ser. Uma marca do diretor/roteirista desde a época da série Buffy: A Caça Vampiros (1997-2003), indo para suas passagens no mundo das HQs como a excelente Os Surpreendentes X-Men, até chegar, é claro, nas suas incursões com os heróis da Marvel no filme de 2012 e a sequência, A Era de Ultron (2015).
O mais importante a dizer é que nenhum personagem é desperdiçado, especialmente entre os heróis. Se Diana é a alma do grupo, com sua bondade aliada ao espírito de liderança de amazona, Bruce é o cérebro que arquiteta tudo da forma mais minuciosa possível. E tanto Gal se firma cada vez mais como o norte do Universo DC nos cinemas, como Affleck está seguro na pele do atormentado, ainda que mais relaxado, homem-morcego. Barry vai além de um simples alívio cômico na pele de Ezra Miller. Sua jovialidade traz a inexperiência do ingênuo herói que também sofre pela prisão do pai, acusado de matar a mãe quando o velocista ainda era uma criança. Momoa representa a ferocidade cínica de um rei das profundezas que, o que menos quer, é pertencer à realeza. E Ray Fisher, que nos trailers ainda não mostrava a que vinha, carrega consigo o conflito emocional de um rapaz que perdeu metade do corpo e agora não sabe se é mais humano ou máquina.
O ponto negativo dentro disso tudo? O Lobo da Estepe. Não que seja um vilão ruim. Depois da bruxa rebolativa de Esquadrão Suicida (2016) ou de outros exemplares da editora rival, há piores. Na verdade, o que atrapalha mais não é o fato do ser de Apokolips ser raso. Ele é mau por natureza e ponto, sem grandes complexidades. O que incomoda de leve é o CGI. A impressão é que se poderia ter feito uma bela maquiagem em Ciarán Hinds que o ator daria conta do recado, além da clássica voz grossa de vilão de outro planeta. Sua resolução também é rápida, mas certeira. Por falar em efeitos digitais, acredito que o pior seja no famoso bigode de Henry Cavill, que estava em meio a gravações de outro filme quando precisou regravar cenas para a Liga da Justiça. Resultado: parece que o Superman usa botox em duas cenas. Mas nada que atrapalhe a experiência.
Aliás, a pergunta que não quer calar: Kal-El, o kryptoniano favorito de todo mundo, está de volta ou não? A resolução para este tema também não é complicada, surgindo como mais um belo ganho do roteiro. Agora, se ele realmente retorna, o melhor é conferir o filme sem spoilers. Há vários easter eggsescondidos para os fãs mais ardorosos das HQs, inclusive numa das duas cenas pós-créditos (que, sim, valem a pena). Porém, além de poder conferir estes heróis reunidos e realmente lutando em equipe, as cenas de ação são generosas, inclusive com as amazonas no início do longa, além de aparições históricas de outros personagens da DC. Inclusive dois em especial que sugerem a entrada de mais heróis futuramente. Falar mais seria estragar a experiência. O que importa é que Snyder e Whedon, não importa de quem seja a autoria predominante, conseguiram estabelecer a equipe num filme que funciona do início ao fim sem exigir tanto do espectador. Quando o longa acaba, a gente quer mais de todos. Individualmente ou em grupo. Resta torcer para que a bilheteria seja um grande estouro e novas continuações possam surgir. A DC agora parece que encontrou seu caminho de vez. Ainda bem.

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Thor: Ragnarok trailer: see Thor come face to face with the Hulk - and get his hammer destroyed


Watch | Thor: Ragnarok
01:54

Marvelhas released the first teaser trailer for Thor: Ragnarok, and it looks absolutely fantastic:  packed with colour and action, and not short on humour either (which isn't all that surprising, given that it's directed by Taika Waititi, who also made horror comedy What We Do In The Shadows and Hunt for the Wilderpeople).
In the forthcoming film, the titular god from outer space, played by Chris Hemsworth, is captured, and finds himself forced to engage in gladiator-style battles on the semi-lawless planet of Sakaar, where he's pitted against fellow Avenger Bruce Banner/The Hulk (Mark Ruffalo).
thor
The new trailer shows the moment the two superheroes first come face to face in the battle ring. Initially, Thor is relieved.
The Hulk in the new Thor: Ragnarok trailer
The Hulk in the new Thor: Ragnarok trailer
"Yes!" he joyously exclaims, to the bafflement of Jeff Goldblum's Grandmaster, who is overlooking the action alongside Thor's villainous brother Loki (Tom Hiddleston).
"We know each other! He's a friend from work!"
Thor Ragnarok
The character's jubilation soon turns to dismay, however, after he realises that, while in "Hulk" mode, Banner isn't exactly savouring their reunion....or, indeed, even recognising his old buddy.
Elsewhere, the trailer (which, for an ostensible teaser, seems pretty rich with plot detail) gives a closer look at Cate Blanchett's villain Hela, goddess of Death.
hammer
Worryingly, the super-powerful antagonist not only manages to take Thor's mighty hammer Mjölnir from him (traditionally speaking, only Thor is able to wield it), but also appears to completely destroy it, blasting it apart.
As character introductions go, it was a pretty effective one.
Finally, the new footage also answers a burning question raised by fans last month, after new images of Hemsworth in the role were released.
Thor aficionados the world over were dismayed to see that the character had apparently abandoned his traditional long locks - and speculated that he may have been shorn by his captors.
It now looks as if this was correct: in early scenes in the trailer the character is sporting the tresses, but is without them in the gladiatorial ring.
hair
"[Sakaar is] basically where every wormhole across the universe dumps out its trash, so you get people from all walks of life with all sorts of incredible abilities and powers,” Hemsworth previously told Entertainment Weekly. “No one cares what prince or king Thor may have been in another world. Also, his strength is pretty easily matched with those he finds himself amongst.”
Thor: Ragnarok is released in the UK on October 27 this year.

quarta-feira, 1 de março de 2017

[Crítica] Logan (2017)

 /

Resultado de imagem para Logan wallpaper
“Num futuro próximo, um Logan cansado cuida de um Professor X debilitado, escondido na fronteira mexicana. Mas as tentativas de Logan de esconder-se do mundo e de seu legado acabam quando um jovem mutante chega, perseguida pelas forças sombrias”.
A história do filme se passa no ano de 2029, quando as vidas de Logan (Hugh Jackman) e Charles Xavier (Patrick Stewart) se veem cruzadas com a de Laura (Dafne Keen). Um incidente trágico ocorreu e fez com que os mutantes começassem a entrar em extinção. Logan está cansado e em crise por não se sentir disposto a cuidar de mais mutantes. Contudo, as semelhanças entre ele e Laura não são poucas, de modo que acabe sendo criado um vínculo maior entre a Arma-X e a X-23. É uma parte interessante de ser analisada, porque nos mostra um futuro de certa forma apocalíptico em que a raça mutante pode vir a não existir mais.
A franquia X-Men, como sempre, apresenta furos na cronologia, então é necessário assistir ao filme como algo independente dos outros, para não ficar embolado na hora de tentar juntar os fatos que aconteceram. Pode haver uma confusão com a personagem Lady Letal, que apareceu em X-Men 2. Nos desenhos e em alguns quadrinhos, a Lady Letal é uma inspiração para a X-23, mas, nesse filme, a X-23 é focada na história de Laura Kinney.
Laura, assim como Logan, se mostra bastante traumatizada com a situação em que vive e os riscos que corre, mas a sua força é imensa e semelhante à do homem. Ela consegue derrotar aqueles que cruzam o seu caminho, sem hesitar lutar quando se vê na necessidade disso. É uma personagem incrível, que cativa o público logo em suas primeiras cenas.
Resultado de imagem para Logan
Há referências às HQs o tempo inteiro. Inclusive, as HQs estão presentes dentro da história e servem como pano de fundo para o desenvolvimento da história.
As sequências de ação são excelentes, fazendo o espectador se empolgar sempre que entram em cena as garras de Logan e Laura. Vemos uma nova dinâmica, em que está presente um Wolverine velho e afetado, e um Charles Xavier que apresenta dificuldades para manter os seus controles psíquicos e definha aos poucos. O espectador consegue sentir o drama e a dificuldade dos personagens em continuarem sobrevivendo e lutando contra a morte.
Logan é o décimo filme da franquia X-Men e é uma adaptação inspirada na história em quadrinhos chamada Velho Logan. É também o último filme de Hugh Jackman, trazendo um marco final emocionante e épico à trajetória do Wolverine que aprendemos a amar.

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Resenha Crítica | Esquadrão Suicida (2016)

Suicide Squad, de David Ayer
by ALEX GONÇALVES
Esquadrão Suicida (Suicide Squad)
Após o banho de água fria provocado por “Batman vs Superman: A Origem da Justiça”, “Esquadrão “Suicida” prometia acalmar os ânimos dos fãs propondo um tom diferente para este universo que a DC está construindo nos cinemas, uma espécie de resposta para a concorrência com a Marvel, esta já consolidada com a apresentação de seus heróis em filmes solos e a reunião destes para combater um inimigo em comum. Lamentavelmente, a tentativa tem pouco sucesso na tela.
Espécie de sequência direta para os eventos trágicos envolvendo a figura do Superman (Henry Cavill), “Esquadrão Suicida” inicia com a exposição dos planos da implacável Amanda Waller (Viola Davis), oficial da Agência Central de Inteligência que recomenda ao presidente a escalação de um time composto pelos maiores criminosos do país para combater uma entidade que pretende cobrir o mundo com trevas e converte humanos em soldados monstruosos.
O time? Floyd Lawton (Will Smith), conhecido como Pistoleiro, um matador de aluguel com uma filha de 11 anos; Harleen Quinzel (Margot Robbie), que adotou o nome Arlequina ao se tornar a companheira de Coringa (Jared Leto); George Harkness (Jai Courtney), o Capitão Bumerangue, Waylon Jones (Adewale Akinnuoye-Agbaje), o Crocodilo; Chato Santana (Jay Hernandez), apelidado de El Diablo e com habilidades em incendiar tudo ao redor; e Christopher Weiss (Adam Beach), também chamado de Amarra.
Ainda que Weller tenha implantado um chip capaz de causar a morte instantânea com o comando em um aplicativo sob o seu controle, é necessário trazer a bordo um líder capaz de supervisionar o temperamento de figuras que podem a qualquer momento trair o acordo de salvar o dia por uma redução de pena. Para isso, é escalado o soldado Rick Flag (Joel Kinnaman), namorado da arqueóloga June Moone (Cara Delevingne), possuída por um espírito milenar que cumpre um papel importante na ação. Outra adição que possui um bom caráter é Katana (Karen Fukuhara), japonesa extremamente habilidosa com espadas.
Com a leva inesgotável de mutantes e justiceiros zelando pela sobrevivência da humanidade, “Esquadrão Suicida” trazia como possibilidade essa visão pouco explorada em adaptações de quadrinhos em que a moralidade é um item distorcido, em que a prática do bem não parece uma alternativa clara para reverter a arquitetura do caos. Algo recentemente testado com sucesso em “Deadpool”, um modelo de anti-herói como protagonista.
O passo de “Esquadrão Suicida” sugeria ser o mais largo, com um material promocional regado na piração e com um diretor, David Ayer, que entende a linguagem dos personagens marginalizados, das escórias da sociedade. Porém, o peso da insanidade parece ter sobrecarregado somente os ombros de Margot Robbie, que supera todas as expectativas como uma delinquente que somente desejava ter uma vida de comercial de margarina com o seu amado de sorriso nefasto – o Coringa, aliás, deve ter ficado com a maior parte de sua participação perdida na ilha de edição, ao julgar por suas intervenções de caráter quase figurativo.
Além de uma encenação branda da violência, “Esquadrão Suicida” não é competente nem ao introduzir os seus personagens para o público. Confuso, o primeiro ato acredita que uma playlist de rock e cartilhas ininteligíveis dão conta de carregar todo o histórico de cada um. Mal resolvido é também um desejo de fazer um “Os Vingadores” dos vilões, forçando um sentimento de amizade e companheirismo que definitivamente inexiste. O efeito provocado por “Esquadrão Suicida” é o equivalente ao de uma embriaguez com cerveja sem álcool.
fonte: http://cineresenhas.com.br/2016/08/02/resenha-critica-esquadrao-suicida-2016/

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Resenha Crítica | Capitão América: Guerra Civil (2016)

Captain America: Civil War, de Anthony Russo e Joe Russo
Capitão América - Guerra Civil (Captain America - Civil War)
Os filmes solos do Homem de Ferro, Hulk, Thor e Capitão América se comportaram mais como um aquecimento para o que viria a ser “Os Vingadores” do que aventuras isoladas, Mesmo não fazendo um filme perfeito, Joss Whedon cumpriu com as expectativas aguardadas para a reunião de personagens tão queridos no imaginário nerd. No entanto, para onde avançar a partir desse ponto? Quais novidades oferecer quando esses indivíduos com poderes especiais já não são mais estranhos entre si?
Em “Vingadores: Era de Ultron”, era bem evidente que Whedon estava rondado por esses questionamentos, sem saber qual solução conferir. A resposta para o impasse veio a ser os irmãos Anthony e Joe Russo. Há dois anos, eles comandaram “Capitão América 2: O Soldado Invernal”. Mantendo o bom humor e a pegada com a ação de Whedon, os Russo ainda se sobressaíram ao oferecer um elemento mais cerebral no segundo filme protagonizado por Capitão América, como a sua inadequação em um contexto no qual passará a viver.
Por tudo isso, “Capitão América: Guerra Civil” vem a ser o melhor filme da franquia Marvel. É também inesperadamente ousado. Pela primeira vez, a figura do herói deixa de ser prestigiada para ser problematizada. Aqui, os Vingadores não são apenas aqueles que salvam o dia, mas também os agentes que colaboram para o seu caos. Afinal, o uso de habilidades sobre-humanas derruba tanto o vilão da vez quando o cenário que serve de palco para os embates, composto também por inocentes e os edifícios em que habitam ou trabalham.
São por essas ruínas que os Vingadores vão precisar prestar contas, deixando o coletivo dividido. De um lado, Tony Stark (Robert Downey Jr.) está disposto a assinar um tratado no qual só terá passe livre para atuar como o Homem de Ferro quando os líderes mundiais clamarem por sua intervenção. Do outro, Steve Rogers (Chris Evans) estuda que o acordo transformará os Vingadores em animais enjaulados, como vem a se sentir Wanda Maximoff (Elizabeth Olsen), em reclusão após ser responsabilizada pela morte de dezenas durante uma ação terrorista de Brock Rumlow (Frank Grillo).
Como em todo o coletivo que se dissolve, há aqueles que apoiarão Tony Stark, enquanto outros compreendem o raciocínio de Steve Rogers, ainda que sua credibilidade seja colocada em xeque pelo seu zelo ao proteger Bucky Barnes (Sebastian Stan), o Soldado Invernal. Com isso, vem os atritos entre aliados, trazendo a bordo figuras nem um pouco esperados, como o Homem-Aranha, um dos pontos altos de “Capitão América: Guerra Civil” e tendo em Tom Holland a sua melhor encarnação no cinema.
Há inconsistências no filme, cujo roteiro é assinado por Christopher Markus e Stephen McFeely. A participação especial de Alfre Woodard como uma mãe com uma tragédia diretamente ligada aos Vingadores vem somente para causar um peso temporário na consciência de Tony Stark e o alemão Daniel Brühl não é capaz de provocar uma forte impressão como o vilão Zemo, por mais grande que seja como ator.
Ainda assim, as fragilidades se apequenam diante de qualidades realmente complicadas de se garantir. Além do equilíbrio entre humor e seriedade,  “Capitão América: Guerra Civil” sabe gerenciar o sem número de personagens  em ação, assim como os dramas particulares que cada um carrega. Os direcionamentos também apontam para novos horizontes, podendo influenciar a feitura de “Spider-Man: Homecoming” (prometido para o ano que vem), “Homem-Formiga e a Vespa” e “Pantera Negra” (ambos assegurados para 2018).

domingo, 27 de março de 2016

Batman V Superman: Dawn of Justice is the most incoherent blockbuster in years - review

Henry Cavill, Gal Gadot and Ben Affleck in Batman V. Superman: Dawn Of Justice
Marvel can rest easy. Zack Snyder's superhero spectacle is a meatheaded, humourless mess that squanders its cast and makes little sense
Around two and a quarter hours into Batman V Superman: Dawn of Justice, even Batman (Ben Affleck) has no idea what’s going on. A giant horned creature has hatched from an amniotic sac and is swinging from a Metropolis skyscraper. A kryptonite spear is lying at the bottom of a flooded stairwell. Lex Luthor (Jesse Eisenberg) is playing with a kitchen timer. Wonder Woman (Gal Gadot) is flying to Gotham City, premium economy. Superman (Henry Cavill)…well, let’s say he's temporarily indisposed.
“What’s happening, Alfred?” our hero barks at his faithful butler (Jeremy Irons) via the intercom on his Batwing fighter jet. There’s a brief pause, then Alfred’s voice comes crackling back, reedy and sardonic. “How best to describe it?”
Under the circumstances, it’s a reasonable question. The best I can do is apocalyptic sneezing fit: largely because whenever you think it’s dying down, its nostrils start fluttering again.
No major blockbuster in years has been this incoherently structured, this seemingly uninterested in telling a story with clarity and purpose. It grumbles along for what feels like forever, jinking from subplot to subplot, until two shatteringly expensive-looking fights happen back to back, and the whole thing crunches to a halt.
Play!02:15
That Wagnerian final brawl is exactly what you want in a film called Batman V Superman: Dawn of Justice – but it doesn’t come close to compensating for the blithering chaos that preceded it. The first hour in particular is so haphazardly assembled, I honestly wondered if a reel had gone missing from the projection booth.
Perhaps the kindest thing you can say about Zack Snyder’s film – a sequel to his superb standalone Superman movie Man of Steel (2013), but also the lodestone of a new DC Comics Extended Universe, around which further DC films will cluster – is that its ambitions wildly exceed its reach.
Rather than opting to mimic the colour, warmth and wit of the Marvel superhero franchise, Snyder wants to show us gods and monsters, battling against a backdrop of lightning and smoke. Every other scene is a murky allusion to classical mythology or baroque religious art.
Henry Cavill in Batman V. Superman: Dawn Of Justice
Henry Cavill in Batman V. Superman: Dawn Of JusticeCredit: © 2015 Warner Bros
But that’s categorically all they are: the film regularly defies common sense and logic in order to cue up the next cod-transfiguration or pietà. When Lois Lane (Amy Adams) hurls that kryptonite spear into the water, she does it for no apparent reason other than the fact it looks, like, totally cool – and accordingly, she and Superman are fishing it back out again five minutes later.
The heavy religious symbolism of Man of Steel now looks relatively restrained: Superman himself has gone Full Christ Metaphor, and his life is an endless cycle of rescuing people (mainly Lois) and pulling expressions of pained benificence. Cavill has almost nothing to do apart from look chiseled, which makes a depressing kind of sense, given the film seems to view his character as a living statue.
Batman V Superman launches into its myth-making immediately and humourlessly, setting the tone for everything that follows. Under the opening credits we get a refresher course in Bruce Wayne’s childhood trauma: yet again, we see the shooting of his parents (this time outside a cinema showing Excalibur and The Mark of Zorro) and his subsequent tumble down a bat-infested shaft.
Catastrophic: Jesse Eisenberg as Lex Luthor in Batman V. Superman: Dawn Of Justice
Catastrophic: Jesse Eisenberg as Lex LuthorCredit: Clay Enos
It’s staged with sadistic elegance – there’s a skin-prickling shot of the mugger’s pistol hitching up Bruce’s mother’s string of pearls – although there are only so many slow-motion aerial shots of coffins and black umbrellas a man can come up with, and much of it smacks of similar passages in Snyder’s earlier films, Sucker Punch and Watchmen.
It also turns out to be the only substantial insight we get into who Bruce Wayne actually is, or what drives him, in the film’s entire two-and-a-half-hour running time. Giving Affleck’s Batman the physique of a concrete pillar makes aesthetic sense, but did he need the personality of one too?
One more thing about Bruce: he loathes Superman, because of his city-razing antics at the end of Man of Steel, which toppled Wayne Tower with hundreds of employees inside it. Here, Snyder gives us a street-level recap, transparently invoking 9/11 in every shot. (Later, the film works the terrorism angle even harder: Superman's actions prove to be the catalyst for a suicide bomb attack on US soil.)
In short, Batman has grounds for vengeance. But it’s Lex Luthor who has the appetite. After hauling a clump of glowing green kryptonite from the Indian Ocean, the young technology mogul devises a ‘silver bullet’ that could bring Superman to heel. Eisenberg gives a catastrophic performance here, all itchy and spasmodic, and built on mumbled rants about Copernicus and Nietzsche.
But if Chris Terrio and David S. Goyer’s script hobbles Eisenberg, it judo-sweeps the feet out from under every woman in sight. Both Adams’ Lois Lane and Diane Lane’s Martha Kent are serial victims, Holly Hunter’s potentially sparky role as a senator prepared to stand up to Luthor never coheres, and until the big finish, Gadot isn't called on to do much but slink.
It’s a Men’s Rights loon’s dream of meathead orthodoxy, and leaves you wondering if Mad Max: Fury Road and Star Wars: The Force Awakens actually happened. Imagine Affleck, standing shirtless in a dungeon, repeatedly thumping a bus tyre with a sledgehammer. Got it? Good: that’s not just what the film feels like, it’s a real scene from it. And that’s all you need to know.