Mostrando postagens com marcador Melhores de 2015. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Melhores de 2015. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 15 de março de 2016

Review Award | Best of 2015: Best Supporting Actress - Prêmio Review | Melhores de 2015: Atriz Coadjuvante

Melhores de 2015 - Atriz Coadjuvante - Hilary Swank - Dívida de Honra
A americana Hilary Swank conquistou o seu segundo Oscar por “Menina de Ouro” tendo apenas 31 anos, um feito sequer obtido por muitas veteranas. Ainda assim, a atriz nem sempre foi presenteada com bons papéis, talvez pela sua beleza não se encaixar com aquela idealizada em Hollywood – e ela é inquestionavelmente linda. A verdade é uma só: quando Hilary Swank acerta, não há ninguém no jogo que a supere. Se no irregular “Um Momento Pode Mudar Tudo” Hilary está exemplar como uma mulher acometida pela ELA, sob as mãos de Tommy Lee Jones ela rouba “Dívida de Honra“, sendo o fio que nos conduzirá até o destino mais surpreendente visto no cinema no último ano. Até ele chegar, nosso emocional está totalmente conectado a sua Mary Bee Cuddy, que garantiu para si a independência que nenhuma outra é capaz de conquistar, mas que, ainda assim, se vê deslocada do ambiente que habita. O sentimento de abandono que imprime na tela é visceral e é certo que você perceberá a força de sua presença mesmo após os créditos finais de “Dívida de Honra” rolarem na tela.
Outras indicadas: Franziska Weisz (14 Estações de Maria) | Julianne Moore (Mapas Para as Estrelas) | Laura Dern (Livre) | Tilda Swinton (Expresso do Amanhã)
Em 2014: Uma Thurman, por Ninfomaníaca: Volume 1
Em 2013: 
Helen Hunt, por As Sessões
Em 2012:
 Viola Davis, por Histórias Cruzadas
Em 2011: Rosamund Pike, por A Minha Versão do Amor
Em 2010:
 Olivia Williams, por O Escritor Fantasma
Em 2009: Diane Kruger, por Bastardos Inglórios
Em 2008:
 Marcia Gay Harden, por O Nevoeiro
Em 2007: Toni Collette, por Segredos na Noite

domingo, 13 de março de 2016

Prêmio Review | Melhores de 2015: Elenco

Melhores de 2015 - Elenco - A Espiã que Sabia de Menos
Em “Missão Madrinha de Casamento”, Paul Feig reuniu um time inacreditável de atrizes. Pois se “As Bem-Armadas” o show foi uma exclusividade de Sandra Bullock e Melissa McCarthy, em “A Espiã que Sabia de Menos” Feig volta a reunir intérpretes que asseguram momentos de brilho a cada aparição. No entanto, a fórmula do sucesso vem da diversidade, incluindo grandes nomes que são uma verdadeira surpresa em papéis cômicos. Quem diria que o brucutu Jason Statham renderia na pele de um agente paspalhão? E o que dizer da maravilhosa Miranda Hart, que faz a melhor amiga da protagonista? Vemos uma galera claramente se divertindo em cena, uma harmonia vital para “A Espiã que Sabia de Menos” ser um dos grandes filmes de 2015.
Em 2014: O Grande Hotel Budapeste
Em 2013: 
Álbum de Família
Em 2012:
 Histórias Cruzadas
Em 2011: Melancolia
Em 2010: O Escritor Fantasma
Em 2009: Bastardos Inglórios
Em 2008: Antes que o Diabo Saiba que Você Está Morto
Em 2007:  Bobby

terça-feira, 8 de março de 2016

Review Award | Best of 2015: Best Original Screenplay - Roteiro Original

Prêmio Review | Melhores de 2015: Roteiro Original

Prêmio Review - Melhor Roteiro Original - Mistress America
– Oi. Não sei se lembra de mim, estudamos juntas no colégio. Anna Wheeler?
– Sim!
– Eu era do coral do Anything Goes?
– Caramba, isso! O que faz aqui? Mora aqui?
– Não, estou em Tenafly. Meu noivo e eu viemos ao teatro.
– Qual?
– Other Desert Cities.
– Ah, é uma droga. A substituta da protagonista é horrível. Eu costumava sair com ela. Era mais velha, é a mais velha.
– Nós adoramos.
– Deixe-me pagar-lhes uma bebida.
– Está tudo bem. Só vim falar com você porque eu nunca tive a coragem de fazê-lo quando estávamos no colegial. Você realmente me machucou.
– O quê?
– Não se lembra?
– O que eu fiz?
– Aquilo? ‘Sim, amarga.’
– Eu não faço ideia do que esteja falando! Sempre gostei de você.
– Você e seu amigo Abe?
– Abe!
– Vocês faziam isso de caminhar até a mim, tocar minha pele, depois provar, parar um instante e dizer: ‘Sim, amarga’. E depois riam.
– É verdade! Fazíamos isso. Éramos esquisitos.
– Eu ficava lá parada cada vez que faziam isso. Era muito cruel. Só vim te dizer para ir se ferrar. O jeito como me tratou me deixou arrasada por muito tempo.
– Todo mundo é babaca no colegial!
– Você fez mal a muita gente, não apenas a mim.
– Sinto muito pela garota de 13 anos que você era, mas não sinto por você agora.
– Tínhamos 17.
– Se eu tivesse 13 anos, pediria desculpas, mas já que temos vinte e tantos, não vejo necessidade.
– Fiz 30.
– Parabéns.
– Obrigada.
– De nada.
– Você é uma vadia.
– Por quê? Você que guardou rancor por tanto tempo! Nem te reconheci quando se aproximou. Não quero ser indelicada, mas era para ser assim.
– Você continua igual. Malevolente.
– Você era amarga. Por isso que machucou tanto. Por ser verdade.
– Desejo o pior a você.
– Eu não, porque não me importo com você. E você também não devia se importar!

Em 2014: Nebraska
Em 2013: 
A Hora Mais Escura
Em 2012:
 A Outra Terra
Em 2011: Melancolia
Em 2010: Minhas Mães e Meu Pai
Em 2009: Tudo Azul
Em 2008: Um Plano Brilhante
Em 2007:  Babel

Prêmio Review | Melhores de 2015: Filme Nacional

Prêmio Review - Melhor Filme Nacional - Que Horas Ela Volta
Quando Anna Muylaert fez a sua aguardada estreia na direção de um longa-metragem com “Durval Discos”, ficou evidente para todos que estávamos diante de alguém com a habilidade muito especial de flagrar constatações nada lisonjeiras de gente como a gente dentro da redoma do lar. Sem vacilar, a paulista só progrediu em seus filmes seguintes, “É Proibido Fumar” e “Chamada a Cobrar”. “Que Horas Ela Volta?” vem como um novo patamar atingido, cutucando em uma ferida muito incômoda para a nossa sociedade: as relações de poder ditadas por classes sociais e todos os seus códigos escravagistas. Sem estereótipos, “Que Horas Ela Volta?” vem como uma representação verdadeira do que é o Brasil hoje, uma pretensão que muitos cineastas ainda miram sem acertar certeiramente no alvo como Anna Muylaert. (comentário originalmente publicado no Cinema de Buteco)

Review Award | Best of 2015: Best Adapted Screenplay - Roteiro Adaptado

Prêmio Review | Melhores de 2015: Roteiro Adaptado

Prêmio Review - Melhor Roteiro Adaptado - A Pele de Vênus
– Sonho com esse momento desde quando conheci você.
– Mais forte. Mais forte!
– Me humilhe! Me degrade! Me submeta!
– Muito bem, Tom. É ótimo, de verdade. É genial… Mas sabe qual é o problema? Não importa o que se diga aqui ou o que se faça, essa peça é degradante. É um insulto às mulheres. É pura pornografia.
– Mas o que você está dizendo?
– Olhe para você. Uma donzela em apuros. Uma cadela indefesa se humilhando a um homem. ‘Acabe comigo, não passo de uma mulher.’
– Sua puta! Puta de merda! Droga!
– Fortes emoções? Que bom! ‘Atualmente, não se vê mais esse tipo de raiva.’
– Mas, Vanda…
– Me agradeça.
– Obrigado.
– Obrigado a quem?
– Obrigado, minha mestre.
– Pensou que podia enganar uma atrizinha idiota? Se servir dela para satisfazer suas inclinações doentias?
– Não.
– Fabricar seu pequeno Frankenstein feminino pessoal? Pensou que podia utilizá-lo para me humilhar?
– Não, Vanda. Eu juro! Obrigado, minha mestre.
– Obrigada, deusa!
– Obrigado… Deusa.

Em 2014: Philomena
Em 2013: 
Antes da Meia-Noite
Em 2012:
 A Delicadeza do Amor
Em 2011: Incêndios
Em 2010: Os Homens Que Não Amavam As Mulheres
Em 2009: Dúvida
Em 2008: Desejo e Reparação
Em 2007: Possuídos

Review Award | Best of 2015: Documentary - Documentário

Prêmio Review | Melhores de 2015: Documentário

Prêmio Review - Melhor Documentário - Amy
Assistir a “Amy” é a garantia de uma experiência que levará dias para ser processada, tamanho o impacto com que reprisa a perda irreparável de uma das maiores vozes que testemunhamos na música contemporânea. A inglesa Amy Winehouse era som e fúria e o documentarista Asif Kapadia não se furta em retratar uma artista polêmica. No entanto, não é esse o foco central de sua realização, que elucida a Amy que clamava por afeto e foi retribuída com a introdução a vícios incontornáveis, o lado negativo da fama e o oportunismo de figuras autoritárias que a cercavam. Amy partiu cedo demais, mas os cantos de suas dores de amores e o desejo de superação estarão para sempre em nosso âmago.

Review Award | Best of 2015: Soundtrack - Trilha Sonora

Prêmio Review | Melhores de 2015: Trilha Sonora

Prêmio Review - Melhor Trilha Sonora - Sicario Terra de Ninguém
Em 2014: Walt nos Bastidores de Mary Poppins
Em 2013: 
Dentro de Casa
Em 2012:
 Bastidores de Um Casamento
Em 2011: Hanna
Em 2010: Flor do Deserto
Em 2009: A Partida
Em 2008: O Orfanato
Em 2007:  Babel

Review Award | Best of 2015: Song - Canção

Prêmio Review | Melhores de 2015: Canção

Prêmio Review - Melhor Canção - Grande Olhos
I can fly
You had me caged up like a bird in mid-summer
You saw me waiting I was crazy on fire waiting to fly
I can fly
I had bright wishes in the summer, I was bathing in sunlight
Painting in the garden like a ghost in Mid-July
Running fast from something with my eyes wide like
Saucers spinning in the sun
I had a dream that I was fine
I wasn’t crazy, I was divine
I can fly
You had me caged up like a bird in mid-summer
You saw me waiting I was crazy on fire waiting to fly
I can fly
Your lies were hot kisses in the summer
I was dreaming of LA
Dreaming of the water where I’d rise like a Phoenix
Or an iron from the fire
I’ve got things to tell you like I know that you’re a liar
I had a dream that I was fine
I wasn’t crazy, I was divine
I can fly
You had me caged up like a bird in mid-summer
You saw me waiting I was crazy on fire waiting to fly
I can fly
Your words cut like a knife and butter
I was fighting for my art
Fighting with my lover, you had me so tied up
Thinking there’s no other
Yeah, right
Yeah, right
I can fly
You had me caged up like a bird in mid-summer
You saw me waiting I was crazy on fire waiting to fly
I can fly
Vencedor: “I Can Fly” – Lana Del Rey e Rick Nowels (Grandes Olhos)
Outros indicados: Cada Um na Sua Casa – “Feel The Light” | Dois Lados do Amor – “No Fate” |  Nos Bastidores da Fama – “Grateful” | Velozes & Furiosos 7 – “See You Again“