quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Resenha do filme A Morte Te Dá Parabéns

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Ano: 2017
Título Original: Happy Death Day
Dirigido por: Christopher B. Landon
Avaliação: ★★★☆☆ (Bom)
A Morte Te Dá Parabéns recebeu este estranho nome na tradução brasileira e, a princípio, pode soar apenas como um dos incontáveis filmes B de terror que são produzidos anualmente e costumam passar despercebidos do grande público. Mas, diferentemente dessa possível primeira impressão, é mais interessante do que aparenta.
Dos produtores de Corra! e Uma Noite de Crime, filmes de horror psicológico que receberam bastante destaque por inovarem em sua proposta, A Morte Te Dá Parabéns também traz uma ideia bastante interessante a ser explorada, embora possua um viés menos filosófico que os exemplos supracitados. Quem assina o roteiro é o quadrinista Scott Lobdell, conhecido especialmente por seus trabalhos para a Marvel nos anos 90 com X-Men, Geração X e Tropa Alfa.
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Logo, o filme possui uma certa pitada de narrativa de quadrinhos. Na trama, Tree Gelbman (Jessica Rothe) é uma universitária arrogante e egoísta que passou a odiar seu aniversário após a morte da mãe, que celebrava a data junto com ela. Em um de seus aniversários, a jovem é assassinada cruelmente por um sujeito encapuzado com a máscara de um bebê (o mascote de uma das fraternidades da universidade) mas, surpreendentemente, acorda ilesa.
O problema é que Tree acorda no mesmo dia – seu aniversário – e todos os fatos se repetem. Ao morrer novamente, a garota percebe que está presa em uma espécie de “dia da marmota”, ou seja, todos os acontecimentos do dia vão se repetir e sua morte é inevitável. Logo, Tree acredita que a única forma de romper o looping de aniversários e mortes em que se encontra é descobrir quem é seu assassino e, consequentemente, dar fim a ele.
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Diferente de outros do gênero, o filme surpreende por possuir um tom leve e menos assustador, com um humor bem dosado e que não soa repetitivo. Tree, por exemplo, brinca com o fato de conhecer todos os acontecimentos do dia infinito e passa a interferir em algumas situações, o que rende boas piadas. No entanto, em alguns momentos, a forma que a personagem age destoa do esperado em uma situação desesperadora como a que ela se encontra.
O longa possui clara referência ao clássico Feitiço do Tempo, de Bill Murray – o que é mencionado em determinada cena, inclusive – trazendo a reflexão “o que você faria se pudesse viver o mesmo dia novamente?”, o que implica em questionamentos de mudança de caráter. Também faz honras a clássicos de terror como Pânico, com a premissa básica de “quem é o assassino?”, o que é bem trabalhado na estória, sendo suficiente para fazer a trama funcionar por completo. Embora tenha algumas atuações bem rasas, os personagens centrais funcionam bem, e as cenas de ação também são bem executadas.
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A Morte Te Dá Parabéns não soa como clássico do horror ou algo do tipo, mas, da mesma forma, também não parece ter essa pretensão. É um filme “pipoca”, descomprometido, divertido e inteligente, que bebe da fonte dos clássicos sem soar clichê, podendo render uma boa franquia cinematográfica.

RESENHA: stranger things 2


Resenha da segunda temporada de Stranger Things, da Netflix (Stranger Things 2)

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Ano: 2017
Título Original: Stranger Things 2
Criação: The Duffer Brothers |Nº de Episódios: 09
Avaliação: ★★★★★ (Excelente)
Stranger Things pode ser considerada hoje o grande carro-chefe da Netflix. Fenômeno mundial, a série resgatou atores veteranos, revelou jovens estrelas e garantiu à gigante de entretenimento conquistas e indicações no Emmy 2017, um feito incrível para uma produção originada em uma plataforma de stream. E sob a responsabilidade de responder ao gigantesco hype para a segunda temporada, Stranger Things 2 faz bonito.
Atenção: vale ler este texto com esta trilha sonora original incrível e imersiva.
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Pense em todos os elementos que tornaram a série tão cativante. A ambientação oitentista, personagens incrivelmente carismáticos, uma mescla perfeita de terror, suspense, aventura e comédia e, claro, tudo regado a uma trilha sonora impecável. Pois bem, estes itens continuam presentes na nova temporada e, não obstante, foram todos ainda melhor explorados.
A começar pelos personagens. Se na primeira temporada tivemos a trama girou principalmente em Mike e Eleven (ou Onze, se preferir), nesta os demais coadjuvantes ganharam um bocado de espaço para brilhar e permitir que seus intérpretes se sobressaiam, justificando ainda mais o prêmio de Melhor Elenco recebido pela série no Emmy deste ano.
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O foco da temporada é em Will, mais especialmente nas consequências que seu retorno do Mundo Invertido implicaram. O garoto, que pouco apareceu na primeira temporada, mostra-se um personagem bem interessante e intenso, reforçando a qualidade do jovem Noah Schnapp como um ator muito promissor. Dustin e Lucas também receberam mais profundidade – este último, especialmente, soa muito mais carismático nesta temporada. E até mesmo Steve merece uma menção honrosa, demonstrando amadurecimento (o que pode deixar confuso os espectadores quanto a quem torcer para que fique com Nancy Wheeler).
Como boa série que se preze, Stranger Things 2 também traz caras novas (algumas nem tão novas) bastante interessantes. A garota Max, interpretada por Sadie Sink, é destaque no elenco mirim, enquanto Sean Astin (nosso eterno Sam, de O Senhor dos Anéis) ressurge das cinzas hollywoodianas como o bonachão Bob, personagem que ganha relevância durante a temporada. Dacre Montgomery (Jason, de Power Rangers) também reforça o já estrelado elenco.
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Millie Bobby Brown, mais uma vez, dispensa comentários como Eleven. Não é exagero nenhum dizer que estamos diante de uma nova estrela como Natalie Portman, que também surgiu aos holofotes com mais ou menos a mesma idade – com um talento e carisma equivalentes. A personagem, inclusive, possui um episódio quase todo dedicado a seu background – que pode soar como fan service, mas, ao contrário de muitos fillers (episódios que não dão continuidade direta a uma trama), possui total coerência e importância no enredo.
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Entretanto – ao menos na humilde opinião de quem vos escreve – o grande destaque desta segunda temporada é Jim Hopper. David Harbour, indicado ao Emmy como melhor ator coadjuvante pelo personagem em Stranger Things, mostra que fez da nomeação algo mais que merecido e provando que nunca é tarde para se ganhar um lugar de destaque em Hollywood. Harbour, inclusive, já está escalado para viver Hellboy no remake cinematográfico que deve ser lançado no próximo ano.
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A narrativa é mais bem dosada em questão de ritmo. Se na primeira temporada temos primeiros episódios menos agitados e um crescimento na segunda metade, desta vez há uma cadência maior entre cada um – mas, claramente, temos dois episódios finais de tirar o fôlego, recheados de emoção e um clima de terror impressionante, tanto em termos de produção visual como de roteiro.
Como já deve ter notado lendo até aqui, é fácil discorrer sobre todas as virtudes de Stranger Things 2. E se há algum defeito, bom… Este defeito é nos fazer esperar uma eternidade pela próxima temporada. E então, está esperando o quê pra assistir?
Precisa de mais argumentos pra assistir? Escuta esta trilha cheia de hits, bicho!
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Sword Art Online: Ordinal Scale | Resenha

Ano: 2017
Título Original: Sword Art Online: Ordinal Scale
Dirigido por: Tomohiko Itō
Avaliação: ★★★★★ (Excelente)
Após longos três anos de espera, Sword Art Online: Ordinal Scalevem para matar as saudades dos fãs de SAO, e de forma bastante digna, faz uma ode aos 49 episódios exibidos entre 2012 e 2014 ao longo de suas duas temporadas e quatro arcos. Lançado em fevereiro no Japão, já fez mais de 3 bilhões de yens em bilheteria, uma das maiores bilheterias de filmes em anime de todos os tempos na China e, em sua estreia na Itália, desbancou Mulher-Maravilha e Piratas do Caribe: A Maldição de Salazar.
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Enquanto a sonhada terceira temporada  – que iniciará a adaptação da saga mais aclamada da light novel, Alicization – não se concretiza, Ordinal Scale cumpre sua função como ponte entre as primeiras temporadas e o futuro da série animada, trazendo o universo de SAO para um contexto bastante atual, como se poderia esperar de uma das obras mais interessantes da década e que aborda inteligentemente nosso vislumbre com a tecnologia e o futuro (ou presente?).
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O filme se passa logo após o arco Mother’s Rosario, apresentando uma realidade onde a nova sensação é o Ordinal Scale, um jogo que funciona em AR (Realidade Aumentada, como em Pokémon GO) que funciona por meio de um dispositivo chamado Augma, diferentemente de todos os jogos até então exibidos na série, com foco em VR (Realidade Virtual). Enquanto a maior parte dos jogadores se rendem ao novo fenômeno, incluindo Asuna, Silica, Lisbeth e Klein, Kirito se mostra resistente ao novo jogo, especialmente em virtude dos esforços físicos que a nova atração demanda de seus usuários.
O jogo ganha novos ares quando chefes saídos diretamente de Aincrad, a grande torre Sword Art Online (o primeiro jogo abordado na light novel/anime) começam a reaparecer e exigir um nível de força muito maior do que o habitual. Durante um dos confrontos, surge o misterioso jogador conhecido como Eiji, número 2 no Rank total de Augma, que destrói facilmente um bosspara salvar Yuna, uma espécie de idol que é a principal estrela do game.
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No entanto, Asuna e os demais sobreviventes de Aincrad que participam das batalhas com os chefes do antigo jogo começam a ter suas memórias sobre SAO afetadas. Kirito decide se aprofundar em Ordinal Scale para descobrir o que está acontecendo e impedir que as memórias de Asuna desapareçam definitivamente, o que poderia afetar de modo irreversível sua relação com a namorada e mesmo com os amigos.
A animação está simplesmente fantástica, elevando as já famigeradas batalhas de Sword Art Online a um outro nível – sem dúvidas algo que está na melhor qualidade possível quando nos referimos a ação em animes. Os personagens também estão no melhor de sua essência, especialmente no que diz respeito a Kirito e Asuna – há um enorme ar de nostalgia pairando em relação ao primeiro arco do anime, e para quem acompanhou a série, é impossível não se emocionar em diversos momentos, e vale ressaltar que Asuna recebe grande destaque, reforçando sua imagem como uma das personagens mais icônicas da história dos animes. Há, ainda, referências aos demais arcos da série e algumas aparições de personagens que foram importantes no decorrer de toda a trama.
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É impossível não fazer um paralelo ao quanto a abordagem do filme é instigante e atual quando falamos sobre realidade aumentada, o que presenciamos no último ano com a febre mundial de Pokémon GO,  como supracitado. Encontramos questionamentos quanto às consequências que tal tecnologia pode gerar e também sobre as diferenças em relação à imersão em realidade virtual, o que é bem contextualizado. Outro exemplo é Yuna, é uma clara referência a Hatsune Miku, idol sensação há alguns anos no Japão que faz shows em holograma.
Se há uma única observação a ser salientada a respeito do longa, trata-se da ausência de uma profundidade maior dos novos personagens, que ainda assim são muito bons. Ordinal Scale foca especialmente na relação entre os protagonistas, deixando as resoluções sobre os personagens introduzidos no filme mais para o final, sem detalhamento maior de suas origens e motivações – o que é compreensível para um filme não muito extenso, cujo principal objetivo é reativar a franquia animada e criar uma conexão com as produções futuras. Portanto, não chega a ser um demérito.
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Portanto, Sword Art Online: Ordinal Scale acerta em cheio quanto às expectativas dos fãs, captando a essência da obra em todos os seus principais aspectos e mostrando o porquê de SAOser considerado – e ainda será por muito tempo – um dos animes mais relevantes desta geração. Se você ainda não conferiu a série, o faça – a primeira temporada ainda está disponível na Netflix.
Obs: Há cena pós-crédito, que contém uma informação relevante especialmente a quem acompanha a light novel.

Resenha do filme “O Doador de Memórias”

Sinopse:
“Num mundo dividido em comunidades, habitantes vivem uma realidade ideal. Sem doenças nem guerras, sem preconceitos nem relações afetivas, sem cores e também sem sentimentos. Dentre eles apenas uma pessoa (Jeff Bridges) é encarregada de armazenar todas as memórias para que o passado não os influencie. De tempos em tempos essa tarefa muda de mãos e agora o escolhido é o jovem Jonas (Brenton Thwaites.”
Baseado no livro O Doador, de Lois Lowry, o filme trata de um futuro que remete a Jogos Vorazes e Divergente. Comunidades, jovens revoltados e situações não previstas pelo governo.
O passado é oculto da população, de forma a poupá-los de qualquer sofrimento e também para que o doador possa guiá-los com sua sabedoria. E é o que tem feito o “Doador” até que novo receptor seja escolhido.
Embora sem muita ação o filme é pura reflexão. Filosofia, questionamento em relação ao poder do governo, de certa forma, uma réplica das intenções nazistas de Hitler. Afinal, ele adoraria ter vivido num mundo em que apenas sua voz fosse ouvida sem questionamentos.
E por essa falta de ânimo, de contraposição, de paixão e ardor é que se torna um mundo de mesmice, em preto e branco. E é também pelo mesmo motivo que você verá a primeira parte apenas em preto e branco.
Os casais existem para cuidar das crianças criadas artificialmente. Pois não há toque entre eles, muito menos sexo. As profissões são escolhidas pelos mais velhos, os Anciões. Todos têm horário para dormir e acordar e quando saem de casa passam o pulso por um mecanismo que neles injeta uma substância que lhes inibe as emoções. Mas é claro que eles não sabem disso, apenas obedecem.
Jonas então atinge a idade de ter sua profissão escolhida. E diferente de seus amigos, não é chamado para nenhuma. Ele, que já tem um espírito rebelde e contrário ao sistema é escolhido para receber todas as memórias e ser o próximo Doador.
Incompreensível de início, afinal Jonas é muito contestador, percebemos que logo haverá um grande envolvimento entre o guardião de memórias e ele. Afinal o doador está desejoso demais em divulgar tudo o que sabe.
Brenton, de 25 anos, convence no papel de um adolescente de 15. Katie Holmes (sua “mãe”) e Taylor Swift (a filha do doador) se saem bem em seus papeis secundários. Jeff parece carrancudo, mas logo a cara de mau se desfaz. Meryl Streep mais uma vez interpreta uma mulher decidida, mas dissimulada.
Jonas fica feliz com as primeiras memórias que recebe. E quando descobre a cor tudo ganha sentido a seu redor. Até conhecer os ataques à natureza e as guerras. Aí então ele decide que não vai ficar com essas memórias só para si e o filme ganha um pouquinho mais de ação.
Essa pouca ação, porém, faz com que muitos jovens que foram ao cinema atrás de mais um livro que se tornou filme para adolescentes, se desiludam. Muitos saem reclamando da falta de romance, de tiroteios e perseguições. Muitos sequer percebem o porquê das cenas serem em preto e branco. Gostam muito é de colorido e em 3D.
Portanto, é um filme para adultos que, erroneamente, foi descoberto por adolescentes. Tem como lema que “quando as pessoas têm liberdade de escolher, escolhem errado”. Ainda é possível assisti-lo no Cineflix do Shopping Pelotas. Eu gostei muito do que vi e minha nota é 9.
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Foto: Divulgação

terça-feira, 17 de outubro de 2017

10 filmes para repensar a educação



Produções nacionais e internacionais mostram inovação nas salas de aula
Mais do que entreter, alguns filmes têm o poder de inspirar. Ainda mais quando o assunto é educação. Produções nacionais e internacionais vão além do questionamento do modelo tradicional de ensino e convidam para uma reflexão sobre o papel do professor, do aluno e do sistema educacional. Prepare a pipoca – e um caderninho de anotações -, e confira os dez filmes que selecionamos sobre o tema:
1. Quando sinto que já sei
Custeado por meio de financiamento coletivo, o filme registra práticas inovadoras na educação brasileira. Os diretores investigaram iniciativas em oito cidades brasileiras e colheram depoimentos de pais, alunos, educadores e profissionais.
Duração: 78 minutos 
Ano de lançamento: 2014 (Brasil) 
Direção: Antonio Sagrado, Raul Perez e Anderson Lima

2. A Educação Proibida
Gravado em oito países da América Latina, o documentário problematiza a escola moderna e apresenta alternativas educacionais em mais de 90 entrevistas com educadores. O filme é independente e foi financiado de forma coletiva.
Duração: 145 minutos 
Ano de lançamento: 2012 (Argentina) 
Direção: German Doin e Verónica Guzzo
3. Pro dia nascer feliz
O filme mostra o cotidiano permeado de desigualdade e violência de jovens de quatro escolas públicas brasileiras, em Pernambuco, São Paulo, Duque de Caxias e no Rio de Janeiro.
Duração: 89 minutos 
Ano de Lançamento: 2006 (Brasil) 
Direção: João Jardim

4. Além da sala de aula
Baseado em fatos, o filme narra a trajetória e os desafios enfrentados por uma professora recém-formada em uma escola temporária para sem-tetos nos Estados Unidos.
Duração: 95 minutos 
Ano de lançamento: 2011 (EUA) 
Direção: Jeff Bleckner
 
5. Sementes do nosso quintal
A infância é o tema central do documentário, que foca no cotidiano da Te-Arte, uma escola infantil inovadora que foca no estímulo da criatividade infantil, e na trajetória da idealizadora Thereza Soares Pagani.
Duração: 115 minutos 
Ano de lançamento: 2012 (Brasil) 
Direção: Fernanda Heinz Figueiredo
 
6. Quando tudo começa
Em meio à miséria e à indiferença do governo francês, um professor de uma escola pública se envolve com as situações vividas pelas famílias das crianças e protesta contra as políticas sociais do país.
Duração: 117 minutos 
Ano de lançamento: 1999 (França) 
Direção: Bertrand Tavernier
 
7. Paulo Freire – Contemporâneo
Entrevistas com familiares, pedagogos e o próprio Paulo Freire apresentam o pensamento e a atemporalidade do método de alfabetização do educador.
Duração: 52 minutos 
Ano de lançamento: 2006 (Brasil) 
Direção: Toni Venturi
 
8. Tarja Branca
Tratado com seriedade, o direito de brincar é o tema deste documentário, que aborda o conceito de “espírito lúdico” e convida para a reflexão do desenvolvimento do homem adulto.
Duração: 80 minutos 
Ano de lançamento: 2014 (Brasil) 
Direção: Cacau Rhoden
 
9. Entre os muros da escola
Uma sala de aula na periferia de Paris simboliza o choque cultural presente na França contemporânea: François Marin, um professor francês, busca formas de se aproximar de seus estudantes asiáticos, africanos, árabes e franceses. O longa é baseado no livro homônimo de François Bégaudeau, protagonista da narrativa.
Duração: 130 minutos 
Ano de lançamento: 2008 (França) 
Direção: Laurent Cantet

10. Mitã
Educação, espiritualidade, tradição e cultura da criança se misturam na narrativa, inspirada pelos pensamentos de Fernando Pessoa, Agostinho da Silva e Lydia Hortélio.
Duração: 52 minutos 
Ano de lançamento: 2013 (Brasil) 
Direção: Lia Mattos e Alexandre Basso