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sábado, 12 de setembro de 2015

Anna e o Beijo Francês de Stephanie Perkins

Tradução: Fabiana Paganini de Andrade
ISBN: 9788563219329 
Ano: 
2011
R$ 24.90
Número de páginas: 288 
Editora: Novo Conceito
Pontuação: ♥ ♥ ♥ ♥ ♥
Anna Oliphant não está nada entusiasmada com a ideia de se mudar para Paris, já que seu pai, um famoso escritor norte-americano, decidiu enviá-la para um colégio interno na Cidade Luz. Anna prefere ficar em Atlanta, onde tem um bom emprego, uma melhor amiga fiel e um namoro prestes a acontecer. Mas, ao chegar a Paris, Anna conhece Étienne St. Clair, um rapaz inteligente, charmoso e bonito. Só que Étienne, além de tudo, tem uma namorada... Anna e Étienne se aproximam e as coisas ficam mais complicadas. Será que um ano inteiro de desencontros em Paris terminará com o esperado beijo francês? Ou certas coisas simplesmente não estão destinadas a acontecer?  

Anna e o Beijo Francês foi uma boa, realmente boa, surpresa para mim! Sendo fã do gênero romance (romance romântico), e de diversas autoras que escrevem este gênero, estava muito ansiosa para conhcer este livro.

Devo confessar que de início achei que a história não ia me agradar (digo isso com relação às primeiras páginas do livro, ou seja, esta impressão não durou muito), eu realmente achei que o livro ia ser um pouco fraco e talvez, quem sabe, até mesmo me desanimaria. Mas, mais um veza, me enganei! E que surpresa foi! Eu adorei o livro. Adorei mesmo! Adorei com todas as letras! rsrsrs 
Mesmo agora que estou escrevendo esta resenha, ainda tenho a sensação gostosa da leitura do livro na cabeça, e esta com certeza é uma leitura que gostaria de estender por muito e muito tempo, prolongando pra não chegar ao seu término. O livro poderia muito bem ter mais umas 500 páginas e eu o devoraria sem medo. Mas ele chegou ao fim rápido, e eu me senti triste. Não por ele ter poucas páginas, nada disso, afinal Stephenie Perkins soube usar muito bem as 288 páginas do livro... mas triste por deixar Anna e Étienne para trás.

Anna é uma garota americana, prestes a completar 18 anos, e tem tudo o que quer: uma melhor amiga confidente e fiel, um quase namorado, e o emprego em um cinema (o que é perfeito, já que ela ama filmes). Mas sua vida muda totalmente quando se pai, um famoso escritor de livros (dos quais Anna detesta, pois são tristes de forma desnecessária), a manda para estudar em Paris. No começo Anna não gosta nada da ideia, mas ela vai começar a mudar de ideia assim que conhece seus novos amigos: Meridith, Josh, Rashimi e...principalmente St. Clair. Étienne St. Clair é um garoto inteligente, divertido e muito, muito bonito. Ele só tem um defeito: ele tem namorada. Anna e St. Claire se tornam melhores amigos, e vivem juntos, compartilhando suas ideias e vidas de uma forma que ambos não esperavam.

Eu me demoro e pego o caminho mais longo para o Panteão. A cidade é bonita. {...} Tudo o que eu consigo ver é a pessoa que eu conheço, calma e confiante, com as mãos no bolso, pomposo no andar. O tipo de pessoa que irradia um campo magnético natural, para o qual todos são atraídos, todos são cegados. {...} E então viro outra quadra, e meu peito aperta tanto, tão dolorosamente, que não consigo mais respirar. Porque lá está ele. {...} Como posso ter sido tão estúpida? Como posso ter acreditado, por um momento, que não estava apaixonada por ele?

Eu amei a trama, o desenvolvimento da história e dos personagens, e adorei os personagens! Perkins escreve  de forma tão gostosa e envolvente, que eu me apaixonei por Paris, e claro por Étienne, assim como Anna. O clima do livro é delicioso, e sua narrativa é como estar como estar saboreando um chocolat chaud (chocolate quente). Oui. Claro que Anna e Étienne são meus personagens preferidos (Étienne,   Étienne,   Étienne...rsrsrs), mas o legal é que ambos erram; ambos são cabeça dura; e ambos, com sua amizade e persistência se ajudam, enfrentando os problemas e erros.

Anna aprende a se maravilhar por Paris, e todas as coisas realmente boas de sua vida passam a acontecer lá. Ela também amadurece e começa a enxergar as coisas de maneira diferente do que costumava. Ela percebe também que nem sempre o que costumamos chamar de "casa" é nosso verdadeiro lar, e a palavra pode ter muitos significados.
Sinto falta de Paris, mas lá não é minha casa. É mais algo do tipo sentir falta...disso. Desse calor pelo telefone. É possível que lar seja uma pessoa e não um lugar? Bridge costumava ser meu lar. Talvez St. Clair seja meu novo lar. {...} Isso é estar em casa. Nós dois. 

Étienne por sua vez aprende a enfrentar e a lidar com seus medos. Este com toda a certeza é um romance apaixonante! Se eu disser que "recomendo" eu não poderia demonstrar minha empolgação com o livro, e um "gostei" não chega nem perto. Então eu falo o seguinte: eu me apaixonei pelo livro! Isto basta? 

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